O meu Militar

Nos meus primeiros dias de tropa, comecei a dar-me com outro militar, depressa torna-mo-nos bons e inseparáveis amigos.
Tinha eu 18 anos, e ele também. Éramos dois jovens cheios de vida, apesar de estarmos no exército que era um local que não gostávamos por aí além, mas isso foi no início, normal...
Depois de jurarmos bandeira, passamos a ingressar na escala de serviços e por coincidência os dois no mesmo dia.
Serviço após serviço, a nossa amizade era cada vez maior ao ponto de um dia ele me perguntar se já tinha estado com um homem intimamente.
Disse-lhe que não e fiquei sem responder mais nada, até que ele me perguntou se não gostava de experimentar.
Minutos depois do meu silêncio, respondi que sim, e foi aí que tudo começou! Os toques, os beijos, a língua, o roçar das mãos pelos corpos, o pressionar corpo com corpo, o arfar, a vontade de ir mais...... Num ápice, estávamos de boxers e as mãos dele desceram até os meus, entraram e tocaram!
Que sensação estranha, mas boa! Ele agarrou a minha mão e coloco-a nos seus boxers, apertando-a e deixou-me fazer sozinho.
Esfreguei o seu pau por cima dos boxers que já estava no auge, duro, e molhando os boxers, enquanto o meu estava caminhando mais lentamente, pois aquilo era novidade para ele.
O 'Dinarte' de joelhos, tira-me os boxers e começa a chupar o meu pau, de uma forma tão............. boa, tão sacana, que me deixava a subir paredes.
Aquela língua a rodar sobre o meu pau que já estava duro, tão duro que até me doia.
Deitou-me na cama, e virou-se ao contrário, afim de eu chupá-lo também, o típico 69.
Inicialmente fiquei meio atónito em ver aquilo a querer entrar na minha boca, sim, porque nem era pequeno o pau do 'Dinarte', deveria ter uns 18cm e assim bem apetrechado!
O meu era do género, talvez mais grosso, mas proporcional ao dele.
Meti-o na boca e à minha maneira chupei-o e sentia os gemidos dele que intensificavam-se à medida que eu chupava e então fazia com mais rigor e vontade, até que ele disse:
- Pára, senão eu venho-me! Fiz-lhe a vontade.
Ele diz-me que queria vir-se mas de outra forma, a sentir-me. Queria que eu o penetrasse.
O sexo anal não era novidade para mim, pois fazia-o com a minha ex-namorada, era estranho fazê-lo com um rapaz, um homem, mas acho que a excitação pós chupanço, ulrapassou toda a estranheza que havia em mim, e sim, estava disposto a comer o 'Dinarte' e a vir-me com ele, dar e ter prazer.
Sem mais demoras, deu-me um preservativo e o lubrificante, e tratei de passar-lhe no seu rabinho fofo, lindo, durinho dos nossos exercícios militares.
Passei o dedo e ele contraíu-se, gemeu.. voltei a passar devagar, um, depois dois.. e ele pediu-me que o comesse pois estava muito excitado e queria sentir-me todo!
Começo por enfiar-lhe a cabeça do meu pau, devagar e quando vou a meio ele pede-me que o enfie todo de uma só vez e assim fiz, meti o meu pau naquele cú de uma só estocadela!
Meu deus, que prazer estava eu a sentir dentro do 'Dinarte'! Colocou-se de 4, eu de joelhos e lá continuamos a foda, a minha primeira foda com um homem.
Depois de muitas estocadelas valentes, gemidos, ele diz-me que ia-se vir, pedi-lhe para aguardar uns segundos para nos virmos juntos e assim foi...
Quando lhe disse que me ia vir, ele num ápice solta uns palavrões bem à portuguesa e diz-me:
- Estou-me a vir, isso, força, vem-te comigo querido.. e eu loucamente e enterrando o meu pau até ao limite do cú do 'Dinarte' explodo!
Deitamo-nos, abraçados a gozar o momento, a reflectir verbalmente sobre o mesmo, o quão tinha sido fenomenal!
Voltamos a repetir, eu, sem o menor pudor e ele com a maior das vontades!
(No próximo, contar-vos-ei a minha primeira vez (de passivo), com o 'Dinarte).


Autor: Ricardo.
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