Fui enrabado pelo Sargento Jorge uma dúzia de vezes.

Negro gostoso, liso, 40 anos com aparência de 20. Peito bombado, bunda e coxas torneadas. Abdômen forte. A foda que eu vou contar foi uma das mais gostosas. Morava sozinho e de vez em quando márcavamos uma foda pelo celular, sempre rolava uns torpedos picantes, eu fazia umas perguntas para ele responder, ameaçando que não daria pra ele caso ele errasse. Quando ele errava, eu enviava outra pergunta, mais fácil, pra ele acertar.

Certa noite, combinamos. A cama havia quebrado, então eu coloquei o colchão de casal no outro quarto. Pensei em fazer um 'glory-hole' improvisado. Pra quem não conhece, é aquele buracao que o cara põe o pau pro outro chupar. Peguei fita adesiva e uns sacos de lixo de 100 litros e cobri a porta do quarto.

Fiz um buraco calculando a altura do pau dele, ele mede um pouco mais de 1,70. E ainda escrevi numa folha de caderno fixada acima do buraco: "Ponha seu pau aqui". Me preparei: banho, perfume, cuequinha boxer pra esperar meu macho. Ficava ansioso, olhando pela janela do banheiro.

Quando ele fez a curva na rua, de bicicleta, fui esperar ele no colchão. Fiquei me contorcendo, ouvindo ele passar a corrente na bicicleta e entrar pela porta dos fundos. Se aproximou da cortina preta, deu uma risada e começou a deixar aquele corpão nu em pelo. Quando a vara de 17 cm, bonita, lustrosa, lisinha, com uma glande definida e grossa na medida certa atravessou o 'glory-hole', caí de boca. Comecei a mamar e melar de baba meu objeto de tortura. Fiquei um tempão mamando naquele pau cheiroso. Daí fui pro colchão.

O Jorge passou de peixinho pela cortina. Me abraçou forte. Fiquei de franguinho pra ele. Ele lambeu meu cu e começou a brincar no meu cuzinho. Botou um, dois... Quando meteu o terceiro ele se admirou: "Pô, meu!". Ficou cavucando no meu rabo, estarrecido. Nem botou o quarto dedo pra não dificultar a fodeção.

Quando o Jorge deu um descanso pro meu cu, ele se deitou de costas, bem confortável, esperando mais boquete. Abri as coxas dele pra deixar o pau totalmente à mostra e mergulhei. Lambendo aqueles pentelhos e o sacão enorme. Depois, engoli até me engasgar.

O ordinário do sargento pegou minha cabeça e fazia eu manter a boca no caralho dele, quando eu não conseguia mais respirar. "Vai, agora senta no meu pau". Me posicionei sobre o corpo dele e fui descendo naquela vara, aos pouquinhos, só olhando a cara de satisfação dele. Senti aquela piça lá na barriga.

Ele me fodeu um pouco nessa posição e mandou eu ficar de 4. Meteu com facilidade e começou a bombar meu cu. Que dor gostosa! Me comeu até dizer que chega. Quase gozando, ele tirou o pau e deslizou as pernas por baixo de mim: formamos um 69.

Eu entalei o pau dele na minha garganta e ele invadiu minha bunda com a língua. Quanto mais eu me engasgava no pau dele, mas ele me currava com a língua. Até que ele gemeu, gemeu, contorceu aquelas coxas parrudas e... Encheu minha cara de porra branquinha, quente, recém saída daquela vara latejante!

Esperei os espasmos dele, retesando aquele corpo sarado. Me deitei de costas e ele bateu uma pra mim, socando dois dedos no meu rabinho.

E assim terminou mais uma foda com o Jorge, meu Sargento comedor!

Autor: Nicolas
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