Eu de repente ao sair de casa, olhei para a rua e vi o Alex jogando bola sem camisa. Puta caralho. Ele tinha 16 anos e tinha um corpo estrutural, fenomenal. E eu nem tinha visto o moleque crescer. Eu tinha pouca intimidade com ele e a partir da visão do corpo dele me bateu um tesão e uma visão de possui-lo. Mas tinha um problema. O Alex era hetero. Tinha jeito de homem. E era adolescente. Mas eu quis tentar.

Armei um plano que demorou meses. Chamava o Alex lá em casa para assistir jogos de fubebol na SKY e aos poucos iamos ficando amigo, mas eu sempre me controlava. Certo dia, consigo chamá-lo para o quarto e coloco um DVD pornô hetero e eu pensava que ele ia se animar. Mas não. Ele disse que não queria ver aquilo e que estava decepcionado comigo porque eu era evangélico.

Puta, fiquei sem graça. Ele não caiu no golpe tradicional. Ficamos sem falar um tempão, praticamente dois anos. Falávamos apenas o obvio. Percebi que ele era criança e não assistia vídeos porno com 16 anos.

Mas de repente, ele já com 18 anos, e eu nem tinha mais intenção de ficar com ele, ele do nada aparece lá em casa e pergunta se eu tenho videos pornô. Fiquei supreso e não disse nada, mas mandei ele vir num horário que estava sozinho.

Pus os vídeos para eles assistir, e o volume do pau dele era enorme, mas eu me continha. E isso começou a virar rotina, sempre a tarde, ele ia lá em casa e assistiamos vídeos, mas eu tinha medo de chegar nele.

Certa vez, pus meu pau para fora e e ele ficou sem graça e foi logo para casa. Percebi que era um processo e que eu teria que ter paciência. Mas eu estava doido ao menos para ver o pau dele.

Certa vez, coloquei um video das brasileirinhas e ele ficou doido e pôs o pau pra fora e eu fiquei admirado. Tentei pegar nele, mas ele recuou. Certa vez, então cansei e disse que não daria mais dele vê os vídeos lá em casa e se ele quisesse que visse na casa dele.

Dai ele disse que não dava, porque a mãe dele sempre estava de olho e ficava monitorando o computador, e só deixava ele vir para minha casa porque confiava em mim, porque eu era um cara evangélico e tal.

Daí, eu disse pra ele que só deixaria ele vê vídeos porno se ele deixasse eu chupar o pau dele. Ele negou e eu insisti, ao menos pegar.

Ele era meio preconceituoso, mas deixou nesse dia eu punhetar ele. E no mesmo dia, eu desobedeci ele e chupei a pica dele, ele ficou sem graça, mas deixou rolar e eu chupava com tanta ansiedade, voracidade, como se tivesse ganhado um premio e passava a mão no corpo dele.

Eu estava realizando um sonho, de trasar com aquele garoto que vi crescer, e que tinha um corpo saradaço. Eu chupei ele até ele gozar. Quando ele gozou, mudou, e disse que não queria mais que isso acontecesse.

Eu estava feliz e o deixei ir embora. Mas depois de duas semanas, lá estava ele lá em casa querendo ver videos porno, e eu deixei, e ele espontaneamente por o pau pra fora, eu comecei a punheta-lo e comecei a chupar. Isso virou rotina e eu passei a ser mais ousado. Chupava o peito dele, a barriga, os testiculos, passava a mão nele todo, fazia ele deitar na cama num para eu alisar, me grudar nele. Mas nada dele me comer até então. E eu sempre oferecia e ele nada, dizia que já estava bom.

Mas certa vez, descobri que ele era virgem e que tinha medo de transar. Daí, disse que eu o ensinaria. Mas que precisaria ser em outro local, porque ia demorar.

Peguei a moto e o levei a um motel. Ele muito nervoso. Mas tratei-o de acalmar e disse: faça tudo que eu pedir e tudo dará certo e você sentirá muito prazer.

Liguei a TV do motel e ele se excitou. Deitei-o na cama, chupei o peito dele, amo chupar peitos e eu chupava com freguidão, e dizia que ele era gostosão, tesão, lindo, e chupei o pau dele. E ele bombava na minha boca demais, rápido, e me chamava de vizinho viado, gostoso, bunda saborosa, delícia.

Fiquei de quatro, peguei o lubrificante, e disse agora é com você. E o garotão meteu, gritei demais, mas gostei. E depois ficamos papai-mamãe, e eu olhava nos olhos deles e sentia a barriga dele na minha. Era o máximo.

Ele foi me comendo em várias posições e me xingava de safado, tarado. E gozou na minha barriga. Foi o máximo.

Desde então, ele sempre me come às escondidas.

Mas ele começou a conhecer uma garota, sinto que ele vai me abandonar, mas enquanto isso, aproveito o meu garotão!

Autor: Maurício
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