Já contei algumas das minhas experiências aqui e, como revelei, tenho uma predileção por homens negros ou mulatos.

A história que conto agora aconteceu há poucos dias e ainda espero para ver se vai ter uma sequência ou não. Comecei a trabalhar em uma nova empresa há poucos meses e logo de cara fiquei fascinado por um dos funcionários.

Carlos é motorista e chega a ser difícil descrever a beleza e o charme desse negrão de 33 anos, alto, cerca de 1,90, com um corpo espetacular e uma pegada que me faz sentir arrepios de tesão toda vez que me cumprimenta com um aperto de mão.

Desde então, tenho feito o possível para não dar bandeira, mas logo desconfiei que Carlos já havia percebido minhas olhadas diferentes toda vez que cruzava com ele nos corredores da empresa. O fato é que, no trabalho, não tínhamos muitas oportunidades de conversar muito e ficávamos mais no "bom dia", "tudo certo?" ou no "até amanhã".Dias atrás houve uma festa em uma chácara em comemoração aos 30 anos da empresa.

Logo que cheguei, dei de cara com o gostosão na porta. Carlos parecia meio deslocado, talvez pela sua posição de motorista. Preferiu ficar meio na dele, afastado tomando uma cerveja. Aproveitei o momento e, como também ainda estava me enturmando com o pessoal, me aproximei dele e puxei conversa.

Não deu outra. Passamos o tempo todo praticamente conversando só nós dois e fiquei ainda mais interessado ao descobrir o quanto ele era simpático e bom de conversa. Quando a festa já começava a ficar um pouco chata, convidados já se despedindo, falei que também pensava em ir embora.

Carlos disse que também queria ir mas precisava arrrumar uma carona. Nem pensei duas vezes para dizer-lhe que estava de carro, sozinho, e que poderia levá-lo comigo. No caminho continuamos trocando muitas ideias e rindo bastante.

A amizade já havia se estabelecido e então sugeri que, como era uma sexta-feira, poderíamos terminar a noite tomando mais algumas cervejas no meu apartamento. Carlos perguntou se eu morava sozinho e eu respondi que sim.

Nessa hora percebi um olhar diferente nele. Cheguei a pensar que estava me deixando levar pela fantasia, mas segui em frente. No apartamento, começamos a beber novamente e a conversa se estendeu sobre vários assuntos, inclusive sexo. Carlos disse que não namorava há um bom tempo e estava louco por uma boa transa, pois ultimante estava só na base da punheta. Ri do comentário e falei que eu estava na mesma situação.

Foi quando me surpreendi com a pergunta dele: "E o que você curte, afinal?" Fiquei sem jeito de responder e vi que ele percebeu. Carlos então sorriu de um jeito bem sacana: "Dependendo do que você curte, acho que podemos resolver nosso problema agora mesmo."Não consegui dizer mais nada.

Levado pelo grau do álcool na cabeça, sem pensar já meti a mão por cima da calça dele apalpando aquela jeba que já parecia dura. Carlos sorriu de novo e foi logo tirando toda a roupa pedindo, ou melhor, ordenando que eu fizesse o mesmo.

Fiquei completamente louco ao ver aquele monumento negro pelado diante de mim. Carlos era ainda mais gostoso do que eu pensava. Tinha músculos na medida certa, uma bunda enorme, bem redondinha e uma pica de uns 23 cm bem grossa. Tudo nele era perfeito para mim.

Carlos perguntou se eu não tinha nenhum filminho de sacanagem pra dar ainda mais clima. Pus um dvd e ainda estava de costas acertando o filme quando senti ele me abraçar por trás e passar suas mãos enormes e grossas pelo meu peito, minha bunda, procurando meu buraquinho com um dedo, ao mesmo tempo em que me mordiscava o pescoço e as orelhas.

Meu pau ficou latejando com tanto tesão. Carlos me fez sentar no sofá e ficou de pé na minha frente, apenas esperando que eu começasse a mamar aquela jeba enorme, dura feito uma tora. Mal conseguia engolir aquela rola maravilhosa, escura, com uma cabeça que parecia um grande cogumelo.

Deliciei-me por um bom tempo com aquela pica que ele socava dentro da minha boca até a garganta, como se estivesse me fodendo.

Carlos me colocou de quatro na beira do sofá e senti suas mãos de macho abrindo minhas nádegas. Sua língua começou a explorar meu rabo com tanta vontade que eu tive que me segurar para não gozar naquele momento.

De repente, um dedo grande e grosso passou a explorar meu buraco que ainda era bem apertadinho, apesar de anos fazendo o sexo passivo. Logo já não era apenas um, mas dois dedos que entravam e saiam, preparando meu rabinho para o que viria a seguir.

Fui rápido ao meu quarto pegar as camisinhas e o tubo de gel. Carlos colocou o preservativo pela metade e, com minha boca, ajudei a vestir o resto daquela caceta para a penetração. Ele lambuzou bem o pau e o meu cú com o gel e me fez deitar com as pernas abertas sobre o braço do sofá.

Logo senti a cabeça do seu menbro invadindo meu cú. Ele foi enfiando a rola aos poucos até enterrar tudo. Nem senti dor. Tudo parecia só prazer quando meu garanhão começou a bombar com toda vontade. Eu só gemia de prazer ouvindo suas bolas batendo na minha bunda e os movimentos cada vez mais acelerados.

Achei que Carlos fosse gozar logo, mas era só o começo. Num movimento brusco, meu príncipe negro mostrou toda sua força me carregando no colo de frente para ele e, com toda maestria, já enfiando novamente a pica lá dentro. A sensação era ainda mais deliciosa. Segurando-me com força, Carlos dava estocadas violentas e urrava de prazer.

Possuido de tesão, eu só conseguia pedir que ele não parasse: "Fode gostoso meu cú. Meu macho gostoso. Mete toda essa jeba dentro do meu rabinho, vai. Fode gostoso." Quanto mais eu falava, Carlos parecia bombar com mais vontade e também ele começou a falar obscenidades que me deixaram ainda mais extasiado. "Minha putinha. Você vai ser minha putinha a partir de hoje. Toma, sua putinha. Toma nesse cuzinho do jeito que você gosta. Não é isso que você queria? Uma jeba bem grande de um negão."Depois de socar a rola dentro do meu cú por mais uns quinze minutos, Carlos tirou ela de dentro, me jogou no sofá e arrancou fora a camisinha.

Foi o tempo exato de eu sentir um jato de porra direto na minha cara. O gostosão urrava alto de prazer enquanto o leite saia como se nunca fosse parar.

Nunca tinha visto tanto esperma em uma só gozada. Carlos começou a esfregar a pica toda lambuzada na minha cara e eu não resisti a engolir aquela delícia sentindo o gosto do que ficou do seu leite. Finalmente ele se jogou no sofá ao meu lado com aquele belo sorriso dizendo que há muito tempo não gozava tão gostoso e ainda me deu um beijo rápido na boca.

Como já era tarde e estávamos acabados, Carlos aceitou dormir comigo aquela noite. Na manhã seguinte, tive o prazer de poder repetir toda aquela foda da noite anterior e, o que era melhor, sóbrios. Carlos me fez prometer que seria um segredo nosso, que ninguém na firma podia desconfiar.

É claro que seria dessa forma e, com isso, espero a oportunidade de ter aquele homem delicioso comigo ainda mais vezes.

Tenho certeza de que vai acontecer. Ainda conto para vocês.

Autor: Valter.
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