Oi, meu nome é Adriano e a história que eu vou contar acontece comigo até hoje e já dura uns três meses.

É o seguinte: eu sou professor e dou aulas em uma escola que fica distante da minha casa cerca de meia hora.

Então, eu preciso pegar um ônibus que passa no ponto onde eu fico sempre às 18:15 (imagine, nesse horário ele vem lotado!).

Certa vez eu estava me equilibrando tentando arrumar um lugar pelo menos em que eu pudesse ficar com os dois pés no chão.

Foi nesse momento que eu fui chegando vada vez mais pra perto de um homem, confesso que não tive intenção alguma, eu juro! e de repente, ele acabou ficando bem encostado em mim. Até aí tudo bem, ônibus cheio dá nisso mesmo.

Só que em meio aquele balanço do ônibus, senti algo endurecer atrás de mim! mal pude acreditar, o cara tava de pau duro e roçando bem na minha bunda! O pouco que eu vi dele não era mal.

Era um tipo forte, bronzeado, com uns trinta anos de idade mais ou menos. Eu nunca senti nada igual! o pau daquele homem era tão grosso e tão grande que eu imediatamente fiquei excitado.

Fui levando aquela situação adiante. O cara começou a roçar tão forte que ele parecia rebolar atrás de mim e eu ficando com medo de que alguém percebesse.

Aquilo me dava medo e me deixava mais excitado. Até que o ônibus foi esvaziando (que pena!) e o caralhudo não tinha mais por que ficar atrás de mim.

Ele se posicionou de uma maneira que o seu pau ficou bem na minha mão. Não resisti e comecei a apertar aquele caralho grosso, imenso. Parecia que ele estava sem cueca, pois o contorno do pau dele estava bem nítido.

Quando senti a cabeça do pau dele na minha mão, pensei em fazer uma loucura: pedir a ele para nós irmos para qualquer lugar só para eu bater uma punheta pra ele! Eu precisava ver aquele caralho enorme e colocá-lo na minha boca.

Só que não tive coragem. Praticamente, sempre nos encontramos no ônibus e quando o vejo, penso: "Ôba, hoje vou pra casa mais feliz!" as roçadas continuam acontecendo e sempre que eu chego em casa tenho que bater uma imaginando o dia em que eu vou ter aquele cacete na minha mão de verdade.

Não canso de esperar!

Se alguém quiser me escrever para trocarmos experiências, tudo bem!

Autor: Adriano
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Conto retirado da internet.