Tenho 35 anos, moreno jambo e me chamo Márcio (nome fictício)e adoro as mulheres, quando as vejo nas ruas com calças apertadas modelando seus corpos, fico louco. Imagino o cheiro de suas vaginas, de seus rabos. Ah, que delícia esta sensação!

Ao observar suas bucetas e cus fico imaginando eles sendo arrombados por cacetes monstruosos, suas carnes se repuxando com o movimento do vai e vem dos caralhos que saem do cu e vão para xavasca e do mesmo modo o contrário.

Quando chego em casa, já que sou solteiro, não resisto à tentação em punhetar-me assistindo aquelas cenas de sexo maravilhosas, das mulheres ajoelhadas recebendo a porra tão esperada de vários garanhões gostosos e cacetudos. ISSO MESMO!

Comecei a notar os caralhos lindos e cabeçudos tanto brancos como negros; parecia que eu até sentia o cheiro daqueles monstros em minha narina. Com aquelas imagens comecei a excitar-me a tal ponto que em certa vez assistindo ao vídeo porno gozei aquela gosma branca no mesmo momento em que no filme o ator gozava na boca da atriz.

Não resisti! passei o dedo na minha porra que inundou toda minha barriga e coloquei na boca quase que por instinto. O gosto era salgado...,e não parou por aí, enchi minha mâo com toda aquela porra e coloquei em minha boca até engolir.

Quase vomitei com o gosto! Meu pau se ergueu e começei a punhetar-me alucinadamente abaixando-o e passando em meu rabo que piscava. Pensava eu: NÃO SOU VEADO O QUE ESTOU FAZENDO? Mas, o desejo foi maior. Depois deste dia meu coração se debatia forte dentro do peito quando eu imagina um cacete entrando em meu cú.

Não resisti, e numa noite sai com meu carro e passando pela praça da CEMIG, que é o reduto de travestis e prostitutas da cidade de Contagem aqui na região metropolitana de Belo Horizonte chamei um traveco ao meu encontro. Fomos para o motel e fiquei maravilhado com o cacetinho do traveco; pequeno, mas duríssimo. Mamei, mamei, mamei como um bezerro, depois ele me colocou de quatro e com a camisinha em seu minúsculo pau começou a colocar a cabecinha e gozou. Que frustração! Depois do programa o deixei de volta à praça da CEMIG.

Estava com a cabeça a mil, pois tinha ido para um motel com um homem. Meu Deus! Mas desejo é foda e comichão no rabo é uma tormenta. Conheci Carlos(nome fictício)pela internet, um rapaz negro morador de Belo Horizonte, conversa vai, conversa vem, fotos e mais fotos com meu cú arreganhado e o cacetão de Carlos arregaçado sem o prepúcio pelo e-mail em mais ou menos dois meses, que por fim decidimos nos encontrar.

Carlos morava com a prima no bairro Jardim América e quando cheguei em sua casa, já que o mesmo estava só, este correu para fechar a porta e já vei me pegando por trás. Com violência baixou minha calça e começou chupar meu pau e me botou de quatro no sofá começando assim uma violenta introdução de língua em meu cú. O filha da puta passava a língua e cuspia aquele montão de cuspi. Depois, jogou-me de frango assado e continuou a introdução daquela língua enorme, momento este que se levantou e arrancou uma caralhaça gigantesca com cheiro de mijo.

Tezei com aquele cheiro fétido e botei-me a chupá-la como pude. Devia ter mais de 20 cm. Carlos me chamava de puta, confesso que fiquei meio envergonhado, mas já estava ali mesmo..., ia dar para aquele cacete. Carlos então, posicionou-se com sua caceta com intuito de descabaçar-me.

O cabeção da jumenta foi entrando devagar e Carlos começou acelerar os movimentos e começou me currar, estuprar, e não não aguentava mais e pedia para ele parar. Parece que neste momento ele ficou mais louco, pois, botou-me de quatro me dando uns tapas e mandou vara por uns vinte minutos naquela posição.

Eu com meus 1,80 cm e 92 kg parecia uma boneca nas mãos daquele negão e 2 metros 110 kg. Me botou de cabeça para baixo, de lado e a todo momento enfiava sua caralha em minha garganta. Por fim, como estava sendo a puta dele mesmo por mim mesmo decidi acabar de vez com as pregas do meu cú. Sentei alucinadamente no cacete do cara e meu rabo começou até sangrar. Depois ajoelhei-me e chupei aquele mastro e pedi para me Carlão gozar na minha boca, o que o surpreendeu dizendo:

-"Tem certeza?" e eu disse:

-"Vai meu macho tesudo, gozaaaa!". Minha boca parecia a boca de uma loirinha que vi num filme porno. Cheia de porra amarga e salgada ao mesmo tempo. Fiz menção em cuspí-la, mas o negão safado me tampou o nariz e falou para eu engolir.

-"Tu não quer ser uma mulherzinha? Tem que ser como tal".

Ele me fudeu pelo resto da noite. No outro dia meu cú doía tanto que fiquei com medo de ter machucado internamente e eu não consegui olhar para as pessoas.

Parecia que elas sabiam do meu segredo. Eu e Carlão encontramos regularmente e o mesmo guarda nosso segredo. Na rua faço cara e jeito de macho, mas entre quatro paredes sou a putinha devasa do meu negão roludo.

NASCI PARA DAR O CÚ!!! Ativos de BH contactem-me, meu e-mail está logo abaixo.

Autor: Márcio Fox
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