Tinha tido uma semana fodida e resolvi espairecer. Decidi passar o fim-de-semana num parque de campismo, pensando que sempre podia pintar uma gata gostosa.

Lá chegado, aluguei um bangalô, instalei-me e vi que no relvado em frente estava montada uma tenda pequena. Achei de devia ser uma garota sozinha, porque não podiam caber 2 naquele pano apertado.

Como era meio da manhã e havia muita gente na piscina, pensei que a gata lá pudesse estar. Resolvi sentar-me a ler uma banda desenhada no terraço do bangalô e esperar.

Passada uma meia hora, percebi que alguém estava dentro da tenda abrindo o fecho para sair. O que saiu da tenda me deixou frustrado. Era um mulato alto e vinha se espreguiçando.

O cara tinha acabado de acordar e reparei que devia estar com aquela tesão matinal, porque o pau por baixo do calção estava todo para cima e parecia que queria saltar fora.

Nunca tinha tido atracção por homens e desviei o olhar para ele não perceber e continuei lendo.

Passado um bocado, voltei a desviar o olhar da leitura e percebi que o mulatão tinha tirado uma cadeira de lona e tinha-se sentado virado para mim.

Estava com as pernas entreabertas e fiquei espantado porque a erecção ainda não tinha baixado. Aquilo mexeu comigo e de vez em quando dava uma espiada disfarçada p'ró pau do cara que devia ser um monstro.

Onde é que ele ia buscar sangue p'ra uma anaconda daquelas? Continuei dando as minhas espiadinhas e o cara parecia não estar notando.

Quando menos esperava, o cara se voltou para mim e perguntou:

- Será que você podia me deixar tomar banho aí no Bangalô? O pessoal está saindo da piscina para o almoço e o balneário deve estar cheio.

Fiquei meio encabulado mas não tinha porque negar. Disse:

- É claro. Pode tomar seu banho aqui sim.

O rapaz, que devia ter uns 25 anos, foi à tenda, pegou uma toalha e dirigiu-se para mim. Abri a porta do bangalô, indiquei-lhe o banheiro e disse para ele estar à vontade.

Ele foi tomar banho e, por precaução, eu fiquei dentro do bangalô, sentado na saleta e comecei a fumar.

Passados uns 10 minutos ele saiu, só coberto com uma toalha na cintura e aí apanhei o maior susto, porque o pau do cara estava todo apontado p'ra frente. Foi quando ele me disse:

- Eu reparei que lá fora você estava olhando muitas vezes para mim. Está faltando algo a você? Será que posso retribuir esse favor que você me fez?

Tentando me desculpar disse:

- Impossível não olhar p'ra você. Será que essa coisa não baixa nunca?

- Porque você não experimenta fazê-la baixar? Será que consegue?

O convite não podia ser mais directo. Estava com dúvidas sobre que rumo tomar, quando ele deixou cair a toalha. Minha nossa, nem em filmes eu tinha visto uma coisa assim.

Era um pau rosado, com as veias salientes, muito grande e grosso, muito grosso. Aí não tinha mais como negar. Eu queria aquele mulato.

Ajoelhei-me e fui andando de gatas, lentamente para ele, sem tirar os olhos daquele monumento. Nunca tinha tido nada com um homem, mas naquele momento já tinha decidido que aquele caralho ia ser todo meu.

Quando cheguei a ele tirei primeiro a língua de fora e comecei a lamber-lhe a cabeçorra. Passava a língua em círculos e fui tirando aquela gosma inicial que ia saindo do mangalho. Estava adorando.

Depois comecei a percorrer a língua por todo aquele comprimento. Ia até às bolas e voltava p'rá cabeça. Umas vezes por cima, outras por baixo e até pelos lados. Eram viagens longas.

O cacete parece que tinha vida. Pulsava. Resolvi então começar a chupar. Abri bem a boca e comecei a enfiar a jeba pela boca dentro. Ao princípio pouco mais que a tola. Mamava um bocado e tirava-a da boca para respirar.

Voltava a mamar e de cada vez ia engolindo mais um bocado. Já metia mais de metade do caralho na boca. Estava alucinado.

O mulato estava quieto desde o início. De vez em quando só dizia:

- Mama gostoso. Mama tudo, não deixa nada de fora.

Eu bem que tentava, mas era muita carne. Fui engolindo o mais que podia mas não entrava todo. De repente o cara começou a movimentar os quadris, devagar para eu poder ir controlando.

Quando queria que ele parasse, apertava-lhe o que faltava de pau com as mãos. Depois comecei a sugá-lo. Dava 3 ou 4 mamadas e sugava. Foi quando o cara disse:

- Assim não vou aguentar. Você quer leitinho na boca?

- Se você garantir que depois ainda tem tesão para me comer, quero. Quero dose completa.

- Tenho tesão p'ra te comer o dia todo. Então mama que a primeira leitada vai ser na boquinha. Mama cachorro.

E eu mamei. Como mamei. Quando ele começou a se torcer, deixei o pau sair e fiquei de boca aberta. Queria ver aquela esporrada. Queria leite na boca, nos lábios, na cara ....

E a esporrada chegou. O 1º jacto entrou-me todo na boca. Quando fechei a boca para engolir, o 2º jacto lambuzou-me a cara toda. Que delícia. Mas a cobra não parava.

Voltei a meter o pau na boca e arranquei-lhe do caralho o resto do leite. Mamava enquanto ele se vinha. Quando vi que tinha parado deixei o monstro sair. Tinha a boca cheia, mas desta vez não engoli.

Olhei para ele e, com cara de safado, deixei escorrer o leite pelo queixo abaixo. Passei-lhe o queixo pelo pau e voltei a lamber a esporra que ficou agarrada. Fiz isso umas poucas de vezes até que a jeba deixou de estar assanhada. Então perguntei?

- E aí? Baixei a cobra ou não?

Ele riu e disse:

- Baixou, mas não por muito tempo. Levanta que você merece um trato especial. Deite-se de costas aí na mesa.

Deitei-me como ele mandou, com o rabo na beira da mesa, pensando que ele me ia comer logo de seguida. O mulato tirou-me os calções e as cuecas e agarrou no meu pau que estava em pedra. Não estava entendendo nada. Será que um garanhão daqueles gostava de variar?

Gostava. Foi o melhor broche que me fizeram na vida. Ele lambia, chupava, mamava, de vez em quando deixava a língua correr até ao buraquinho do cu, dava uma rodinha no buraco e depois enfiava a língua até onde podia. Quando eu disse que assim ia acabar por gozar ele me mandou segurar. Disse:

- Agora vem o melhor. Levantou-se e foi ao banheiro. Foi aí que vi que ele já estava outra vez em ponto de bala. Voltou com o pau untado de sabonete.

- Assim vai custar menos. Tem a certeza que quer enfrentar este inferno?

- Quero. Me fode logo e deixa de paleio.

Ele me agarrou no cacete e começou a punhetá-lo. Foi encostando em mim e começou a pincelar-me o cu com o cacete cheio de sabonete.

- Anda logo. Mete-me essa anaconda até aos colhões. Acaba com o meu cu.

Comigo na posição de frango assado, ele começou a forçar a entrada. Estava difícil.

- Força essa merda, porra. Enraba logo esse cu, ou você agora virou boiola, disse eu para o desafiar.

O mulatão deu uma estocada e meu cuzinho virgem engoliu, duma vez só, metade do cacete. Dei um berro que se deve ter ouvido no campismo todo. A dor era terrível. Parece que tinha sido rasgado. Ele ficou parado uns momentos. Eu tinha lágrimas nos olhos.

- Aguenta, veado. Não disse que queria? Agora vai ver o que é sofrer.

E começou a bombar. A princípio devagar. Muito devagar. Eu sentia o cu todo preenchido. Ele voltou a punhetar-me e foi aumentando o ritmo. Cada vez mais depressa e cada vez mais fundo.

A dor foi passando e o prazer começou a vir. Com a punheta que ele me fazia eu estava tendo a melhor foda da minha vida. O ritmo agora era alucinante.

Quando senti os colhões do mulato a encostarem no meu cu, não aguentei mais e vim-me todo por cima da barriga. Nunca me tinha vindo com um pau atolado no rabo. Duplica o prazer.

- Agora quero-te comer de quatro, disse ele.

Tirou o caralho, baixou-se e abocanhou o meu pau sujo de langonha. Deixou-o limpinho e, quando nos levantámos os dois, tascou-me um beijo de língua. Cada um de nós provou o sabor da esporra que o outro tinha na boca. A própria esporra.

- Queres que me venha dentro ou fora, perguntou ele.

- Quero dentro e fora. Não disseste que me fodias o dia todo?

- Então, logo à noite chega um amigo meu, será que podíamos estender isto a todo o fim-de-semana?

- O teu amigo também é avantajado? Ter um cacete na boca e outro no cu, passou a ser o meu sonho.

- Vira-te. Já é conversa a mais. Quero rebentar esse cu. Não vai sobrar nada p'ró meu amigo.

Em vez de me virar logo, baixei-me e voltei a mamar alucinadamente. Quando me pus de gatas ele enfiou-me logo o caralho até ao talo. Mas agora já estava acostumado. Foi só prazer. Sentir a Jeba a entrar, centímetro a centímetro, até os colhões encostarem aos meus, punha-me louco:

- Fode, caralho. Rebenta-me. Enche-me o cu de leite. Esporra-te todo dentro de mim.

Ele aumentava o ritmo. Meu cu estava invadido. Cheio. Feliz.

Comecei a sentir a jeba ficar mais rija. E senti os jactos. Parecia que estava a levar um clister. Esteve tempos intermináveis a vir-se dentro de mim.

Quando tirou o caralho, voltei-me rapidamente a abocanhei-o. Queria sentir outra vez o gostinho do leite dele.

Enquanto o mamava sentia o leite a escorrer-me para fora do cu. Que delícia.

Resolvemos deitarmo-nos durante um bocado. Deitei-me à altura do pau dele e enquanto estivemos deitados, ora com a mão, ora com a boca, estive sempre entretido. Não me queria separar daquele pau, nunca.

Saímos para comer alguma coisa e voltámos para o bangalô. Fechamos a porta e disse-lhe para se despir. Decidimos poupar-nos até à chegada do amigo dele. Assim fizemos. Mas, com ele sempre nu, de vez em quando eu ia matar saudades e punha-o na boca. Senti-lo a crescer na boca é uma sensação única.

Quando ele ficava no máximo, deixava-o. Quando a erecção ia embora, voltava a mamá-lo durante um bocado. Depois deixava-o outra vez. Estivemos assim até final da tarde, esperando o amigo do mulatão.

Como o cara estava demorando, resolvemos ir ao sef-service do parque de campismo para carregar baterias.

Foi quando acabámos de comer e voltávamos para o bangalô que vi o meu parceiro chamar por uma pessoa que vinha a entrar no parque. Virei-me para ver quem era e só vi um negrão muito alto e forte que caminhava na nossa direcção.

Fiquei assustado, porque o cara parecia um jogador de futebol americano. Vinha de calções e em tronco nu e parecia que tinha passado a vida toda no ginásio.

Olhei p’ro meu amigo e ele tinha um sorriso sacana. Antes que o negrão chegasse ao pé de nós, disse-me:

- Não querias festa? Agora vais ter que aguentar.

P’ra não dar parte de fraco, repliquei:

- Vou acabar com vocês.

Quando o amigo chegou ao pé de nós, o mulato tratou de fazer as apresentações e, só nessa altura, é que fiquei a saber que ele se chamava Elias e o amigo era o Jair.

Disse-lhes também o meu nome, P… e começámos a fazer conversa de ocasião. O papo estava ficando meio sem jeito, já que não nos conhecendo, não tínhamos assunto, mas o Elias salvou a situação:

- Jair, o negócio é o seguinte: Este cara está a fim de levar uma surra de pau. Se você topa vem com a gente. Se não topa a tenda é toda sua.

- Espera lá, disse o Jair. E o cara vai aguentar um trato desses? Você me conhece Elias, quando a festa começar não dá p’ra voltar atrás.

- O P… já aguentou comigo. Acho que não vai dar bandeira.

Eles falavam como se eu não estivesse ali. Quando chegámos à porta do bangalô resolvi desafiar o negrão:

- Como é Jair. Esse papo todo que eu não vou aguentar, é desculpa p’ra pular fora? Tem medo que eu acabe com você?

- Mas o branquela é descarado. Cara, você não imagina no que vai-se meter. Se já encarou a jeba do Elias, já é muito bom. Mas olha que a minha é um bocado mais pequena, mas é bem mais grossa.

- Só vendo é que acredito. Vai-se a ver e é uma minhoquinha. Eu queria atiçá-lo, para que ele não desistisse.

- Então abre essa porta que a sucuri vai cantar.

Entrámos no bangalô e o negrão pediu p’ra ir tomar banho.

Eu e o Elias fomos p’ro sofá e arranquei-lhe logo os calções, pois queria que ele me comesse antes do outro sair do banho.

Se ele era mais grosso que o Mulato, queria que este me comesse primeiro para já estar meio preparado para o monstro. Caí de boca no pau do Elias que estava meio bamba, mas começou logo a crescer.

Sentir aquele pauzão a ganhar vida na minha boca deixava-me maluco.

- Quero que você seja o primeiro a comer-me. Mas agora quero engolir esse cacete todo. Vai, força um bocadinho na minha garganta.

O Elias agarrou-me na cabeça e começou a movimentá-la p’rá frente e p’ra trás. Quando via que eu me ia engasgar puxava-me p’ra trás e o pau saía quase todo. Deixava-me respirar e voltava a puxar-me lentamente até onde podia.

Foi numa dessas bombadas que percebi que fazer garganta funda era mais uma questão de jeito. Pedi-lhe para irmos para a cama e deitei-me de costas com a cabeça caída para fora da cama.

Nessa posição a boca fica alinhada com a garganta. Disse-lhe para vir por trás e dar-me o caralho p’ra chupar. A cama era muito baixa e por isso ele teve que se ajoelhar.

Voltou a dar-me o pau e agora em cada bombada eu engolia mais um bocado.

- Cara, consegue-se ver a garganta a alargar com a passagem do cacete. Quem disse isto foi o Jair que já tinha saído do banho e estava a apreciar o espectáculo de ver um tipo a engolir 27 cm de piça.

Foi então que decidi forçar ao máximo a garganta de encontro ao caralho do mulato e senti os lábios a encostarem à sua barriga. Tinha conseguido. Quando o mulato tirou p’ra eu poder respirar, chamei o Jair:

- Vem cá você agora, vem. Quero ver se isso é como diz.

E era mesmo. O caralho do Jair não devia ter mais de 22cm, mas era bem mais grosso que o do Elias. Quando quis metê-lo na boca é que vi que agora o problema era outro. Como abrir a boca o suficiente para o bacamarte entrar.

Comecei primeiro a lambê-lo enquanto o Elias já se posicionava p’ra me enrabar. Levantou-me as pernas e começou a forçar a entrada do pau. Quando a cabeçorra entrou, a sorte do Jair foi que eu não tinha o cacete dele dentro da boca.

A dor foi tão grande que eu cerrei os dentes p’ra não gritar.

O Elias começou a bombar e eu fui-me recuperando e voltei a dar atenção ao cacetão do Jair . Passava-lhe a língua pelo pau todo , lambia-lhe os colhões, metia-os na boca, voltava para o pau e quando chegava à cabeça dava-lhe umas chupadas até onde conseguia.

As bombadas do Elias iam aumentando de intensidade e não tardou para sentir os tomates dele a encostarem ao meu rabo. Estava com os 27 cm todos atolados. Com um cacete daqueles todo metido e com a boca cheia pelo caralho do negrão eu estava no paraíso.

Numa das vezes em que o Jair deixou sair o cacete da minha boca, pedi-lhes:

- Combinem a esporrada, que eu quero que se venham ao mesmo tempo. Quero sentir o leite no cu e na boca ao mesmo tempo.

Foi então que o Jair começou a bombar-me a boca ao mesmo ritmo das estocadas do Elias. Que mais pode um homem pedir? Duas jebas daquelas a invadirem-lhe os buracos todos é o melhor que se pode esperar.

Eles estavam perfeitamente sincronizados. Fodiam-me a boca e o cu ao mesmo ritmo e começaram a vir-se na mesma altura.

Depois dos primeiros jactos directos na goela, deixei sair o pau do Jair para receber o resto do leite na cara.

Quando tirei o pau do Jair da boca, o Elias sacou o cacete para fora do meu rabo e continuou a vir-se em cima da minha barriga e do meu peito. Quando pararam de se vir, sentei-me na borda da cama e chamei-os para a minha frente.

Deixei sair o leite que tinha na boca p’ra cima do pau dos dois e depois comecei novamente a chupá-los. Ora um ora outro, ia-lhes tirando o leitinho do pau e engolia.

Só parei quando tinha engolido tudo e os dois cacetes à minha frente estavam limpinhos.

Deitámo-nos na cama e fiquei no meio dos dois. Joguei a mão ao meu pau e comecei a acariciar-me. Ia fazer uma punheta no meio daqueles dois deuses. Com a tesão que estava senti logo o orgasmo a aproximar-se.

Consegui parar e depois voltei a punhetar-me. Eles olhavam p’ra mim e não diziam nada. Sentaram-se na cama. Eu deitado a esgalhar o bicho e eles ao meu lado a apreciar.

Foram-se baixando, tiraram a minha mão do cacete e, um de cada lado, colaram os lábios ao meu pau. Depois, um deles punha o pau na boca e chupava, enquanto o outro, com a língua, percorria o resto do cacete.

Estava tão bom que eu tentava pensar noutra coisa qualquer para não me esporrar logo. Mas não consegui aguentar muito tempo. Desta vez não me vim p’ra cima da barriga.

O Elias engoliu o primeiro esguicho e depois o Jair engoliu o resto. Fizeram o mesmo que eu lhes tinha feito. Deixaram-me limpinho e engoliram o leite todinho.

- P… , agora enquanto você se recupera, pode apreciar o espectáculo, disse o Jair. E começaram a fazer um 69 ali mesmo à minha frente.

- Estejam à vontade, mas não se esgotem que a noite ainda é uma criança. Jair, você não pense que eu não quero encarar a sua cobra. Vai ser duro, mas quem vai pedir tréguas é você.

Tendo aguentado os 27 cm do Elias inteirinhos no cuzinho, ia ter que encarar o cacete do Jair, que embora mais pequeno, era muito mais grosso.

- É isso aí, malta. Chupem-se gostoso que eu quero esses mangalhos bem durinhos, disse eu, para atiçar os dois.

E eles se chuparam com gosto. Se eu não estivesse quase desfalecido, a bunda do Elias, toda empinada, não me tinha escapado. Quando vi que eles estavam a fim de gozar, resolvi intervir, senão não ia sobrar pau p’ra mim.

- Agora parem aí que esses cacetes hoje são meus. Quero um no cu e outro na boca. Primeiro o Elias no rabinho e o grossão vem p’rá boquinha.

Coloquei-me de gatas, o Jair deitou-se à minha frente para eu o mamar e o Elias foi logo metendo o pau todo até às bolas dentro do meu rabinho.

- Cara, vai devagar. Assim não vou aguentar, queixei-me.

- Se você quer aguentar o Jair, é bom que se habitue com brutidade.

E foi bem bruto. Logo que meteu o cacete, começaram as estocadas. O ritmo era tão grande que eu tinha dificuldade em manter o caralho do Jair na boca.

Mas rapidamente apanhei o sincronismo e aproveitava o balanço que as bombadas do mulato me davam para engolir o cacete do negrão até à garganta. Era uma delícia. O pau do Elias parece que tinha sido feito à medida p’ró meu rabo.

Ele atolava o cacete até aos colhões e depois vinha de volta até deixar só a cabeçorra dentro do rabinho. Na mesma cadência eu engolia o caralho do Jair até à garganta e depois vinha até ficar só com a cabeça do pau na ponta dos lábios. Eles me comeram assim durante mais de 10 minutos.

Meu cu estava completamente arrombado e tinha os maxilares doridos por causa da grossura do cacete que tinha na boca. Foi então que resolvi trocar.

- Acho que estou pronto p´ra experimentar o Jair.

Eles iam trocar de lugar, mas eu achei que assim à canzana não ia aguentar.

- Assim não. O Jair deita-se de costas e eu sento-me no pau dele. Assim eu controlo a penetração e só vou até onde aguentar.

O negrão deitou-se e eu subi p´ra cime dele. Coloquei-me de joelhos, com uma perna de cada lado do corpo dele, com as mãos abri as nádegas o mais que pude e comecei a baixar na direcção do cacete.

Encostei a cabeça na portinha do cu e forcei um bocado p´ra ver se conseguia meter algum bocado. Não dava. Parece que a grossura do cacete era o dobro do buraco do cu. Fiz mais umas tentativas, mas o pau não havia maneira de caber.

Resolvi mudar de estratégia. Empinei a bunda e pedi ao Elias para meter.

- Elias vem-me alargar o cuzinho, vem.

Ele veio por trás de mim e atolou-me o cacete duma vez só. Deu umas 3 ou 4 estocadas e saiu. Logo que ele tirou o caralho eu desci o rabo na direcção do caralho do negrão. A cabeça entrou, mas eu vi estrelas.

Parece que estava sendo rasgado. Fiquei uns momentos parado só com a cabeça enfiada a ver se a dor diminuía. Mas a dor parece que era cada vez maior. Mesmo assim resolvi tentar engolir mais um bocado daquele monstro.

Só que quando comecei a baixar o cu pensei que ia morrer. Sentia o cu sendo rasgado e voltei a parar. Eu transpirava como se tivesse acabado de correr a maratona. Aí o Negrão falou:

- Só há uma maneira de você levar esse pau no cuzinho. Fica de gatas, deixa eu comandar a metida e reza p´ra não morrer.

Achei que ele tinha razão e fiquei de 4 como uma putinha obediente.

O Jair foi p’ra trás de mim e disse p’ro amigo:

- Mete-lhe o pau na boca p’ra ninguém ouvir os berros do cara. Agora vai ser a sério.

O Elias que não era bobo, em vez de me meter o pau na boca meteu-me uma almofada. Mordi a almofada e preparei-me p’rá tortura. O Jair encostou o cacete e empurrou. Entrou a cabeça e mais uns 5 cm de pau.

As minhas pregas tinham ido p’ró beleléu. A dor era alucinante. O Jair ficou parado apenas um instante. Logo a seguir, deixou sair um bocado e voltou a empurrar, agora até mais à frente. Meio pau estava no cuzinho.

Eu mordia a almofada e tentava aguentar a parada.

- Não pense que vamos ficar pela metade, disse o negrão. Aqui há democracia. Se a metade da frente já comeu seu cuzinho, a metade de trás também quer comer.

E dizendo isto, voltou a dar-me uma estocada mais forte e mais um bom naco de cacete foi engolido pelo meu cuzinho, que devia estar uma lástima.

Depois de cada bombada ele parava por momentos, para que meu cu se habituasse, em seguida deixava sair até à cabeça do pau e voltava a meter indo cada vez até mais à frente.

Não sabia até onde ele já tinha metido, mas as viagens já eram muito longas e eu achava que não devia faltar muito p´ra sentir as bolas a encostarem nas minhas.

A dor ia-se tornando cada vez menor e eu pude finalmente largar a almofada.

Quando o Elias viu que eu já estava aguentando a jeba do amigo, veio-se deitar à minha frente p’ra eu o mamar.

- Anda bezerrinho, se quiser mamar está aí. Mas não morde senão vai partir os dentes.

E eu não me fiz de rogado. Desatei a mamar o mulato enquanto o negrão estourava com o meu cu. Em pouco tempo já sentia os colhões do Jair a baterem nos meus. Tinha aguentado o inferno. Estava orgulhoso de mim e principalmente do meu rabinho que ainda no dia anterior era virgem. Que foda maravilhosa. O Jair aumentava o ritmo das estocadas mas eu já era capaz de o atiçar ainda mais:

- Então rapazinho? Era só isso que você tinha p’ra mim? Fode como um homem, que eu não estou sentindo nada. Fode garoto. Não era você que ia rebentar comigo? Mete-me esse caralho todo. Se quiser mete também as bolas.

Ferido no seu orgulho, o Negrão dava tudo o que tinha. Cada estocada era mais forte que a anterior. Foderam-me assim durante 10 minutos. Depois o Jair começou a deixar que o pau saísse todo do cuzinho, esperava que o buraquinho começasse a fechar e voltava a meter o monstro todo dentro do meu rabo. O prazer começou a vir.

O rabinho todo preenchido e a boquinha entretida com um pau maravilhoso. Mandei o Jair parar e comecei eu a marcar o ritmo. Agora era eu que ia ao encontro do cacete dele e, depois de o atolar todo, vinha p´ra frente até ele sair completamente. Voltava a atolá-lo e voltava a deixá-lo sair. Não queria que aquilo acabasse nunca.

- Rabinho guloso, disse o Jair. Esse cu é qualquer coisa. Vem cuzinho, vem. Engole o cacetinho, engole. Isso, todinho. Que maravilha. Se esse cuzinho continua a trabalhar assim, não tarda nada vai ter leitada.

E o cuzinho continuava. P´ra frente e p´ra trás. Ora tirando, ora metendo. Nada podia ser melhor.

- Quer me dar leitinho, quer? Então me esporra esse cu todo. Dá-me leitinho, dá.

E o negrão não aguentou mais. Começou a urrar e a vir-se dentro de mim. Sentia os esguichos nas entranhas. Quando acabou de se vir, deixou-se ficar dentro do meu rabinho. Perguntei a Elias:

- E você? Tem leitinho p´ra mim ou já está seco?

-Você hoje já teve muito leitinho. Não seja egoísta.

E levantou-se o foi dar o pau ao negrão p’ra mamar.

- Anda lá. Achava que eu ia dar tudo p’ró branquela? Não, essa leitada agora é pra você. Mama anda, mama a benga toda, como eu gosto. Isso assim, tudo na boquinha.

E o negrão mamou até que o Elias não aguentou mais. Ainda com o pau do negrão no rabinho, voltei-me p’ra trás para ver o Elias a esporrar-lhe a cara toda. Depois de ele acabar de gozar o negrão abocanhou-lhe o cacete e só o largou quando engoliu o leite todo que ele tinha, deixando-o limpinho.

Aquela cena foi demais p´ra mim. Pela primeira vez na minha vida vim-me sem me tocar.

Caímos cada um p´ra seu lado.

Ainda era sábado e já tinha levado uma surra de pau.

Como seria o domingo?

Minha boca e meu cuzinho tinham perdido a virgindade e a sua estreia tinha sido em grande estilo. Dois pauzudos tinham estoirado as minhas pregas e tinha os maxilares doridos de tanto ter que mamar.

Acabámos por adormecer nus, comigo no meio do Elias e do Jair.

Quando ouvi as pancadas na porta, fui arrancado do melhor sonho que já tinha tido. Sonhava que estava de joelhos, rodeado por 12 mulatões de pau em riste, que eu ia mamando alternadamente. Ao lado, numa enorme cama, 12 negrões deitados de costas, com os cacetes apontados p’ró tecto, esperavam que meu cuzinho os fosse comer. Melhor que o paraíso.

No entanto alguém batia à porta e pensei logo que seria um vigilante do parque de campismo, que viesse me cobrar pelas dormidas extras no bangalô. Achei que era melhor pagar o excesso sem reclamar, vesti uns calções, peguei na carteira e fui abrir.

Quando abri a porta, pensei que meu mundo tinha acabado.

- Olá amor, disse minha mulher. Tive que adivinhar que você tinha vindo para aqui, continuou ela enquanto entrava sem que eu a pudesse impedir.

- Vamos embora então, disse eu tentando que ela não chegasse ao quarto.

Mas o inevitável aconteceu. Parada à porta do quarto, olhando p’rós dois garanhões deitados na cama, completamente nus, ela permaneceu muda por uns longos minutos. Depois explodiu:

- Safado, sem vergonha, por isso é que não me disse p´ra onde vinha. Pôs o telefone no silêncio p’ra poder estar na pouca-vergonha.

Acordando com o barulho que ela fazia, o Elias e o Jair levantaram-se rapidamente e pegaram os calções para saírem dali.

- Onde é que vocês pensam que vão? Gritou ela p’ros dois. Acham que se serviram aqui do boiola e agora podem sair? Estão muito enganados. Vão ter que pagar por terem se servido do que é meu. Já p’rá cama outra vez, ordenou.

Eu estava sem perceber quais eram as suas intenções, mas ela logo me tirou as dúvidas. Arrancou a T-Shirt que tinha vestida, desapertou a saia que caiu a seus pés e disparou:

- Quem é que vem acabar de me despir?

Eu tentei aproximar-me dela, para não dar esse prazer a nenhum dos outros dois, mas ela logo me parou:

- Você não. Você agora vai levar chifre. Agora vai ser um corninho obediente e só vai fazer o que eu mandar.

Os dois olharam p’ra mim, meio sem jeito, como que pedindo permissão, mas eu só baixei a cabeça.

O Jair, que era o mais atrevido, levantou-se e, em vez de a despir, pegou nela ao colo e deitou-a na cama ao lado do Elias. Depois, deitou-se do outro lado, virou-a p’ró Elias e desapertou o colchete do soutiã dela. O Elias caiu logo de boca nas mamas dela e o negrão começou a apalpar-lhe o rabinho mesmo por cima das cuecas.

Via-se na cara dela que a fúria já tinha passado. Não demorou muito ela já tinha o cacete do Elias na mão direita e passando o braço esquerdo para trás, por baixo do corpo, procurou o pauzão do Jair com a mão esquerda. Com um caralho em cada mão, as mamas na boca do mulato e o rabinho apalpado pelo negrão, ela tinha uma carinha de felicidade.

Eu estava paralisado. Minha mulher olhou p´ra mim e enquanto se erguia para que o Jair lhe tirasse as cuecas, disse:

- Quer ver como é que sua mulherzinha gosta de ser comida? Então assiste meu corno manso.

Dizendo isto, ajoelhou-se no meio dos dois e começou a mamá-los alternadamente. Dava meia dúzias de chupadas num deles, percorria-lhes o mangalho com a língua e passava para o outro. Ela sempre foi muito boa na chupeta e os caralhos dos dois pareciam maiores do que nunca. Depois de uns 5 minutos de chupadas, com o rabinho empinado, virado para mim, ordenou:

- Anda cá corninho, vem chupar a minha coninha, vem prepará-la para estes dois cacetões.

Aquela era uma ordem que eu cumpria com o maior prazer. Já me tinha passado o ciúme e o meu tesão estava a mil. Aproximei-me dela e comecei a lambe-la. Passava a língua pelas bordas da cona, de vez em quando enfiava a língua um pouco no buraquinho, mas tinha o cuidado de não lhe tocar no clitóris para a fazer sofrer. Ela torcia-se toda enquanto mamava os meus amigos sortudos.

- Isso corninho, lambe-me a coninha toda, lambe. Não tarda nada e ela estará a levar com esses dois cacetões.

Ela gostava de dizer palavrões quando fodíamos mas hoje estava mais desbocada. Já que ela estava assim desvairada, achei que era a ocasião de a iniciar no anal e para que ela percebesse o que eu queria, comecei a deixar a língua correr até ao cuzinho. A primeira vez ela encolheu-se e eu rapidamente voltei p’rá buceta.

Desta vez passei a língua levemente pelo clitóris e ela estremeceu toda. Aproveitei o entusiasmo dela p’ra voltar até ao cuzinho. Rodeei o anelzinho com a língua e depois forcei ligeiramente o buraquinho. Senti que desta vez ela já tinha gostado e fui alternando entre a cona e o buraquinho do rabinho.

- Chupa corno, dizia ela. Chupa-me a cona e o cu, chupa.

Ela parecia estar à beira de se vir, mas antes que isso acontecesse, saltou p´ra cima do mulatão, desceu a cona na direcção do mangalho e enfiou metade do pau só na primeira metida.

- Que caralho gostoso. Quanto é que você dava, corninho, p´ra ter um pauzão desses?

Começou a subir e a descer lentamente no pau do Elias. Via-se na carinha dela que a cona devia estar a doer-lhe, mas não dava parte de fraca. A cada descida a buceta engolia uma quantidade maior do cacete.

- Ó corninho, acho que está ali um pau sobrando. Vai tratar dele enquanto a tua mulherzinha se delicia com este. Vai lá, não se faz de esquisito. Vai mamar, vai corninho.

Alguém pode recusar um pedido desses da mulher? Poder pode, mas não sabe o que perde. Gatinhei até ao cacete do negrão e comecei o broche. Dava umas chupadas, tirava fora, lambia a cabeçorra a toda a volta, lambia-lhe o pau todo até aos colhões, metia-os na boca, voltava a percorrer o cacete do Jair até à pontinha e voltava a mamar, procurando engolir o mais possível.

- O corninho é especialista, disse ela. Parece que fez isso a vida toda, acrescentou. Como ele mama gostoso, ein negrão? Está gostando da chupeta, está? Só não se esporra ainda, que esse leitinho quem vai tirar sou eu.

Por essa altura ela já metia o pau do mulato até às bolas. O ritmo das descidas e subidas era cada vez maior e o mulatão resolveu comandar a foda. Numa das subidas, quando o cacete estava quase todo fora, segurou-lhe as nádegas por baixo para não a deixar descer e, movimentando os quadris, foi ele de encontro a ela, atolando-lhe o pau todo. Começou então a comê-la como ela nunca tinha sido comida. A velocidade das bombadas era cada vez maior e ela começou a gritar:

- Fode, caralho. Fode-me com força. Esfola-me a cona toda, caralho. Isso assim, fode, fode, fode… fooooooode… fooooooode…. estou-me a viiiiiiiiiiiiiiiiiiir … aaaaaaaaaaaaaaaaaaai .

O Elias não resistiu e começou também a esporrar-se todo p´ra dentro dela.

- Toma puta, toma leitinho, toma caraaaaaaaaaaaaalho.

Ficaram os dois abraçados por um longo momento, ainda com o mulato dentro dela. Eu não parava de mamar o Jair, pois sabia que ela era de recuperação rápida e ia querer o pau do negrão em seguida. De facto, não demorou muito para ela se separar do Elias e me dizer:

- Agora vai limpar o pau do mulato com a boquinha, que eu vou comer esse grossão todo.

Ainda com a esporra do Elias a escorrer-lhe para fora da cona, subiu para cima do Jair e começou a tentar enfiar o cacete. Vendo que o Pau estava com dificuldade em entrar, o negrão deu uma valente estocada e a pontinha entrou na cona da minha mulher, que não foi capaz de evitar um grito de dor.

- Ai caralho, é muuuuito grande, porra. Vai devagar negrão, se não você vai acabar comigo.

Mas o Jair já estava à muito tempo em ponto de bala e não estava p’ra meiguices. Deu outra estocada e mais de metade do pau desapareceu na cona dela.

-Ai cabrão, foda-se. É muito grosso porra. Fode devagar.

- Fode devagar mas é o caralho, aqui você agora já não manda nada, puta. Põe-te de quatro que agora você vai ver estrelas. Não queria pau? Pois vai ter o pau todo até aos colhões.

E, pegando nela ao colo, como se fosse um bebé, levantou-se da cama com ela, pô-la de joelhos á sua frente e voltou a meter-lhe a jeba pela buceta dentro. Ela encostou a cabeça à almofada e ele começou a comê-la furiosamente.

- E agora, puta, está gostoso? Já tinha sido comida por um desses, já? Escusa de reclamar, que agora o Jair está a foder.

Mas ela não reclamava. Tinha lágrimas nos olhos e mordia a almofada. Cada bombada era maior que a anterior. Ao fim de pouco tempo o pau já desaparecia todo dentro da coninha dela.

- Então agora já não pede pau? Perdeu a voz?

Eu, que já tinha acabado de limpar o cacete do Elias, apreciava a maior foda que já tinha visto. Era lindo ver a coninha da minha mulher, que até p’ra mim era apertadinha, engolir aquele caralhão inteirinho. Ela começava a dar sinais de estar se acostumando com a grossura do cacete que a comia e já ia dando uns gemidos de satisfação.

- Está gostando, está? Quer levar leitinho na coninha ou na boquinha, perguntou o Jair.

- Onde você quiser, disse ela. Não é você que manda agora? Enquanto dizia isto, ela já rebolava no cacete dele. Estava à beira de novo orgasmo.

- Não pára agora que eu vou-me vir, disse. Não pára não, me fode, me fode, me foooooooooooode.

E veio-se como se não se viesse à um mês. Toda ela se torcia no pau do cara. Quando as convulsões dela pararam, o Jair tirou o cacete de dentro dela, virou-a, levou-lhe a boquinha até ao pau e encheu-a de leite. Ela tinha leite dentro da boca, na cara, no cabelo e até nas mamas.

Ela deixou-se cair p’ra trás e eu aproveitei para ir limpar o cacete do negrão com a boquinha, engolindo todos os restos que lá tinham ficado. Em seguida fui beijar minha mulher e lamber-lhe o leite todo que ela tinha na cara. A buceta dela estava vermelha mas ela estava com uma cara de felicidade.

- Então amor, gostou, perguntei eu, já sabendo qual era a resposta.

- Gostei sim, mas não pense que eu estou acabada. Vamos todos almoçar, que há aqui um buraquinho que ainda não foi estreado. Esse domingo vai ser longo.

Será que ela estava pensando dar o cuzinho p’rós dois, ou só p’ró Elias? Se ela tentasse dar p’ró Jair, será que ela ia aguentar?

Fomos todos tomar banho. Todos é maneira de dizer, porque quando eu tentei entrar com eles p’ra banheira, minha mulher logo me travou:

- Corninho, estás a ficar muito abusador. Não vês que aqui não há lugar para ti? Ficas aí e vês como é que eles esfregam a tua mulherzinha.

E eles deram-lhe um banho completo. Despejaram grandes quantidades de gel nas mãos e percorreram todos os recantos do seu corpinho delicioso. De pé no meio dos dois, minha mulher delirava com as carícias que eles lhe faziam.

- Parem, por favor, disse ela com voz lânguida. Se me venho outra vez, acho que vou desmaiar.

Depois foi a vez dela se ocupar da higiene deles. Virava-se para um deles e, enquanto o outro a encochava por trás, percorria-lhe o corpo todo com as mãos cheias de sabonete. Quando chegava ao cacete, demorava-se uma eternidade, esfregando todo o comprimento com movimentos de vai-vem. Era uma verdadeira punheta. Quando sentia que o cara começava a gemer, deixava-o e virava-se para o outro, repetindo com ele o que tinha acabado de fazer.

Enquanto tratava de um, o que tinha sido abandonado em ponto de bala, por trás dela, tentava meter-lhe o caralho. Mas ela recusava, deixando-o louco.

- Não mete não, senão eu morro aqui.

Não sei p’ra quem é que a tortura era maior, se para eles que não a podiam comer, se para mim, que não podia aproximar-me, nem tão-pouco tocar-me. Naquele dia já tinha visto as melhores fodas da minha vida, mas ainda não me tinha vindo vez nenhuma.

Finalmente saíram da banheira e eu pude também entrar na banheira. Só que sozinho.

Fomos ao self-service do campismo e comemos todos como se já há 3 dias não víssemos comida à frente.

Minha mulher sugeriu então que déssemos uma volta pelo parque, para facilitar a digestão.

- Vamos dar um passeio pelo parque. O corninho manso vai atrás.

E dizendo isso, abraçou-se aos dois e começou a caminhar. De vez em quando parava e atracava-se num beijo de língua com um deles, enquanto o outro a apalpava descaradamente. Voltava a andar mais um bocado e voltava a repetir a cena, agora com os parceiros trocados. Quando isso acontecia, eu parava e ficava a alguns metros deles observando. O pessoal com quem nos íamos cruzando, percebia que eu era um corno mansinho e olhavam para mim, uns com ar de pena e outros sorrindo, com cara de gozo.

Numa extremidade do parque deparamos com um jogo de vólei, com muitos caras a assistir. Minha mulher cochichou alguma coisa no ouvido dos dois e separou-se deles indo p´ró meio da galera que estava assistindo ao jogo. Insinuou-se descaradamente no meio deles, aproveitando o entusiasmo deles com o jogo, para se roçar sem vergonha, ora num, ora noutro dos rapazes. Alguns, mais ousados, começaram também a aproveitar para lhe apalpar a bunda e roçarem-se pelas mamas dela.

Cada vez mais caras se aproximavam dela e cada vez eram mais ousados nos apalpanços e na maneira como se roçavam encostados à bunda dela. Quando viu que já os tinha deixado loucos, fez tensão de se afastar mas, um deles mais ordinário agarrou-a num braço e tentou impedi-la de sair dali. Foi aí que o Jair, com seu físico imponente, se aproximou, tocou nas costas do rapaz e perguntou?

- E aí cara. Você não sabe respeitar uma senhora? Vou ter que te educar?

Nenhum dos caras replicou alguma coisa. Abriram rapidamente a roda em volta deles e os dois saíram dali atracados, com ela rebolando a bundinha, p’ra deixar os garotos ainda mais furiosos.

No caminho de volta ao bangalô, várias vezes repetiu a cena dos linguados e apalpanços com o Elias e o Jair. Quanto maior fosse o grupo de pessoas assistindo, mais putinha ela se mostrava.

Chegados ao bangalô ela não perdeu tempo e abaixando-se à frente dos dois começou a passar os lábios e a língua por cima do volume que o caralho deles fazia por baixo dos calções. Em pouco tempo já lhes tinha baixado os calções e mamava desenfreadamente, ora um ora outro.

- Chega aqui corninho, chamou ela. Me ajuda aqui que tem pau que chega p´ra nós dois. Vem mamar que eu sei que você gosta.

Ajoelhei-me ao lado dela e fiquei com o compridão do Elias enquanto ela ficou com o grossão do Jair. A partir daí, parecia um concurso a ver quem caprichava mais na mamada. Às vezes abandonávamos um deles e dividíamos o pau do outro, lambendo um de cada lado do cacete. Quando viu que os caras já não aguentavam muito mais, levantou-se e foi rebolando em direcção à cama.

- Venham cá meus garanhões. Meus buracos estão precisando de cacete.

- Você tem a certeza que quer estrear o cuzinho com essas duas anacondas, perguntei eu, preocupado. E tentando aproveitar a situação, tentei insinuar-me:

- Não era melhor começar com um mais pequeno para se ir acostumando?

- E há aqui mais algum homem, tirando esses dois? Acha que eu vou querer a terminação, podendo ganhar a lotaria?

Estava visto que esse domingo eu ia ficar na secura. Foi nessa altura que bateram à porta.

Fizemos silêncio, pensando que quem quer que fosse acabasse por desistir, mas não tivemos sorte.

- Abram, por favor. Eu sei que estão aí dentro e essa situação é irregular.

Percebi que agora é que devia ser a cobrança pelo excesso de pessoas no bangalô. Eu tinha pago apenas por uma pessoa e já éramos 4. Novamente peguei a carteira e fui abrir a porta.

Era de facto um empregado do parque, rapaz alto e bem constituído, a quem eu perguntei quanto é que tinha que pagar a mais.

- Tenho que verificar quantas pessoas são, para saber quanto o senhor tem a pagar.

- Somos 4 ao todo. Como paguei por uma pessoa você tem a cobrar pelas outras três, disse eu.

- E porque é que eu hei-de acreditar no senhor? Você já mentiu na recepção dizendo que estava sozinho e agora já diz que são 4.

- Eu não menti, repliquei. Na altura eu estava sozinho, disse.

- Pois, mas agora eu tenho ordem p´ra verificar todas as divisões, para não ser enganado.

-Deixa o garoto entrar, disse a minha mulher de dentro do quarto.

Já se vestiram, pensei. E afastei-me para o lado deixando passar o rapaz que logo se dirigiu para o quarto. Quando chegou à porta ele parou de repente e ficou especado, com cara de quem tinha visto um fantasma. Aproximei-me e percebi porquê. Minha mulher cavalgava no caralho do Elias que estava deitado e o Jair, de pé, dava-lhe o pau para mamar. Durante todo o tempo que eu tinha estado a discutir com o rapaz, eles não tinham parado de foder.

- Você não queria que eu não estreasse o cuzinho com estes dois pauzudos, maridinho corno? Então pergunta aí ao garoto se não quer ser ele o primeiro a comer-me o cuzinho, disse ela.

Como eu me mantive calado, ela sem parar de cavalgar o Elias, ordenou:

- Já te mandei perguntar ao garoto se quer comer o meu cuzinho. Está à espera de quê? Vais ver, ele ainda te faz um desconto.

Obediente, virei-me para o rapaz, e perguntei?

- Você não quer ter o prazer de inaugurar o cuzinho da minha mulher?

O rapaz não respondeu. Limitou-se a baixar os calções e a entrar para dentro do quarto. O pau dele já em ponto de bala com a cena que presenciava, sem se comparar com os outros dois, era um belo cacete duns 18 cm. Minha mulher que cavalgava o Elias de costas para ele, deu meia volta sem deixar o caralho sair de dentro dela e, de cu empinado, virado para a porta, disse:

- Está aí. É todo seu.

Ela ia inaugurar o cuzinho em grande estilo. Com uma DP.

O rapaz subiu para a cama e posicionou-se de modo a enrabá-la. Encostou o pau ao buraquinho, agarrou-a firmemente pela cintura e fez pressão tentando que o pau entrasse. Como não conseguiu à primeira vez, o rapaz que devia ser bastante experiente, caiu de boca no cuzinho dela tentando lubrificá-lo.

- O garoto sabe do ofício, disse ela. Que delícia de língua. Lambe querido, lambe. E você corninho, venha aqui p’ró meu lado, de gatas p’ró negrão te comer o rabinho.

Como todo o corninho bem comportado, pus-me de gatas como ela ordenara e o negrão preparou-se para me enrabar. Encostou o pauzão, fez força e eu senti meu cuzinho a abrir-se para alojar aquela benga. Quando a cabeça começou a invadir-me a dor que eu já bem conhecia, obrigou-me a morder o lençol. Centímetro a centímetro o caralho do Jair foi tomando conta do meu rabinho.

Percebendo que eu já tinha alojado a jeba do Jair, minha mulher ergueu o corpo para ver como era possível eu aguentar tamanho cacete.

- Que beleza, ver o teu rabinho a ser enrabado. Também quero pau no cuzinho. Agora, disse ela para o rapaz.

O rapaz voltou a encostar o pau no buraquinho dela e agora, logo que deu a primeira investida, a cabeça desapareceu dentro do cuzinho dela. Ela deu um berro e o rapaz ficou por momentos parado, para logo de seguida forçar mais um bocado e o pau começar a deslizar para dentro dela.

- Ai, foda-se. Dói p’ra caralho, queixou-se ela.

O garoto começou então, lentamente a fazer os movimentos de vai-vem, tirando o cacete quase todo e voltando a enfiá-lo até metade. Também o Elias que tinha parado os movimentos, recomeçou a bombar, apanhando o mesmo ritmo do rapaz.

A cama começou a ranger com o movimento dos 3 machos e eu pensei que, a qualquer momento, ela se fosse partir. Afinal, estávamos 5 numa cama que devia ser para 2.

Os 3 tinham as bombadas perfeitamente sincronizadas. A cadência das estocadas era cada vez mais rápida e expressão de dor ia desaparecendo da cara da minha mulher. O rapaz agora tinha-se inclinado para a frente e, agarrado às mamas dela, ia aumentando o ritmo e a profundidade das metidas. Eu também já sentia que não faltava muito para começar a sentir os colhões do negrão encostados aos meus. Era uma cena digna dos melhores filmes pornográficos. Um casal sendo comido por 3 machos que pareciam inesgotáveis.

- Fodam-me, caralho. Comam-me a cona e o cu. Enterrem-me os paus até às bolas, dizia ela.

E não tardou muito já tínhamos os paus enterrados até aos colhões, em todos os nossos buracos. O Jair fodia-me como da primeira vez. Dava cada estocada como se fosse a última da vida dele. O empregado e o mulato comiam a minha mulher como se não fodessem há um mês. A cama cada vez rangia mais.

O meu prazer ia aumentando, mas mantive-me calado para que minha mulher não me impedisse de gozar. Sentia o cu todo arregaçado, mas era isso mesmo que eu queria agora.

O primeiro a gozar foi o empregado que depois da primeira leitada dentro do cuzinho de minha mulher, tirou rapidamente o cacete e veio acabar de se esporrar na cara e na boquinha dela. Esteve durante um bom bocado a dar-lhe o cacete para ela o mamar e quanto a erecção começou a desaparecer, saltou da cama, vestiu os calções e dirigiu-se para a porta.

- O que é que você vinha cobrar, perguntou-lhe a minha mulher.

- Um cuzinho, respondeu o rapaz, saindo porta fora.

Foi uma gargalhada, mas o assunto agora era sério. Enquanto o Jair me fodia divinalmente, minha mulher ergueu-se ligeiramente, deixando o cacete do Elias sair de sua coninha e olhando directamente nos olhos dele começou a baixar o cuzinho. O Elias agarrou no cacete para o manter direito e, logo à primeira tentativa o mangalho foi entrando, pedacinho a pedacinho, no cuzinho dela.

Ela só parou de descer quando já não tinha mais pau para enfiar. Na primeira estocada, tinha enfiado 27 cm de pau no rabinho. Não querendo ficar atrás, pedi ao Jair para se deitar e, de cócoras em cima dele, engoli o cacete todo com o cuzinho.

Agora, eu e minha mulher, lado a lado, cavalgávamos nas pirocas dos nossos garanhões. Ela inclinou-se para mim e, sem parar de cavalgarmos, iniciámos um longo linguado. Com as mãos nas nossas nádegas o Elias e o Jair ajudavam-nos na cavalgada. O Elias foi o primeiro a encher o cu da minha mulher de leite. Quando ela sentiu o pau a murchar dentro dela, rapidamente saiu de cima dele e veio abocanhar o meu cacete.

- Quem aguenta um pau desses merece uma mamada, disse ela.

Eu e o negrão esporramo-nos ao mesmo tempo. Minha mulherzinha engoliu todo o meu leitinho e caiu para o lado desfalecida. Eu, com o rabinho todo dorido, caí para o outro lado.

Quando acordámos eram 8 horas da noite. Tomámos banho, agora os 4 juntos, e vestimo-nos.

- Vão desfazer a tenda, disse a minha mulher para o Elias. Venham connosco para nossa casa. Só temos uma cama, de casal, mas não precisamos de mais. Podemos dormir sempre dois por cima e dois por baixo.

Fim (será?)


Autor: Mark Jones
E-mail - mark.jones1975@mail.com
SKYPE - Não Divulgado
FONTE - Conto Enviado pelo Internauta.