Muita gente tem tesão por policiais e homens fardados em geral.

Eu também aprecio um macho interessante num uniforme, mas neste caso, o que me chamou a atenção foi um atributo físico que, para a maioria, pode ser desencorajador, mas para mim, provoca o máximo da excitação: uma piroquinha bem pequena.

Adoro enfiar uma piquinha bem durinha toda na boca e ficar saboreando-a. Uma forma de conseguir saborear esses pintinhos pequenos é freqüentar os cinemas pornôs.

Muitos caras que seriam rejeitados em outras situações vão a esses cinemas para se aliviarem e, na minha experência, é o lugar mais fácil para se conseguir uma mamada num pirulito de tamanho diminuto.

Pois bem, estava outro dia num desses cinemas louco para encontrar uma linguicinha para matar minha fome por pequenos quitutes, quando percebo esse policial entrando.

Já havia visto ele antes por lá, mas nessa ocasião, só consegui ver ele, numa área do cinema onde os caras vão pra brincar, com sua pistolinha tamanho “pp” saindo do zíper aberto da calça da farda.

Ele tocava uma punhetinha, segurando seu caralhinho apenas com o polegar e o indicador, enquanto via um sujeito comendo o outro.

Fiquei fascinado de ver aquele policial meio parrudo e fardado mostrando o brinquedinho que saía do meio das pernas, mas não tive muita chance:

Ele logo gozou, tirou um lenço de papel do bolso, limpou a salsichinha-coquetel lambuzada de creme e a enfiou de volta na calça. Depois disso foi embora com se estivesse com muita pressa.

E não é que eu encontro de novo o policial da mini pistola? Vi ele entrando no cinema e foi logo pra a área da diversão. Resolvi não perder tempo e fui atrás.

Ele se encostou contra uma parede e começou a alisar a virilha por cima da calça mesmo. Devagar, me aproximei e fiquei do lado dele. Ele então abriu o zíper e botou o piruzinho pra fora, já durinho.

Ele segurou seu cotoquinho com o polegar e o indicador e o sacudiu. Nesse momento ele olhou pra mim e entendi que ele estava me autorizando a brincar com a manjubinha.

Não esperei um segundo, meti a mão pra sentir aquela belezinha pulsante e duraça, e em cinco segundos, estava ajoelhado e abocanhei a pequena jebinha.

Fiquei com ela toda na boca, sentindo o gosto, a textura, a dureza, o calor. O policial ficou maluco, parecia que estava curtindo muito o trato que eu estava dando na sua bananinha.

Ele abriu o botão da calça e deixou-a cair. Ele estava sem cueca e tinha a virilha raspadinha.

Passei a mão lá e depois comecei a alisar suas pernas grossas até começar a apertar sua bunda redonda e dura, tudo sem tirar o salaminho da boca.

Ele passava a mão no meu cabelo e começou a movimentar os quadris, de acordo com os movimentos que a minha língua fazia no seu pintinho. Alisava também seu saquinho pequeno.

Fiquei alguns minutos assim, me sentindo no paraíso, quando percebi que ele ia gozar. Ele segurou meu cabelo com força e senti um jorro de leite quentinho e delicioso invadindo minha boca.

É incrível como uma piquinha tão pequena e com bolinhas igualmente pequenas pode gera tanto leite; engolia o caldinho bem temperado e vinha mais.

Tomei todo o leitinho de macho que quis, até saciar, e só tirei o bilauzinho da boca quando começou a desinchar. Aí ele se recompôs, guardou aquela pequena maravilha na calça e saiu apressado.

Durante dias bati várias punhetas me lembrando dessa experiência e se você curte as pequenas preciosidades da vida, espero que tenha jorrado seu leite com muito gosto.


Autor: Rogerio Pinto Pequeno
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