Eu estava visitando meus amigos de infância e pré adolescência, no Bosque da Saúde, bairro da zona sul de Sampa.

Nos divertimos muito aquela tarde, pois fazia um ano que eu havia me mudado de lá e lembramos de muitas coisas. Meus pais foram visitar meus tios nas localidades e me deixaram para rever os amigos.

Em determinada hora resolvemos brincar de pique-esconde. Tirando a sorte o nomeado para bater cara foi o Cacá. Começando a contagem, Beto me puxou para nos escondermos juntos. Eu já senti quais eram as intenções dele. Beto era meu vizinho de longa data, e meu principal parceiro das brincadeiras de troca-troca, onde eu sempre ficava mais tempo como passivo...

Ele me levou a um terreno em construção, ainda nos alicerces, onde havia uma grande caixa d'agua de ponta cabeça sobre um monte de areia.

Contornando esta caixa d'agua, havia um pequeno buraco na areie, por onde entramos na caixa d'agua. Ele me disse que já havia usado este esconderijo antes e que só ele conhecia.

Lá dentro, sem os outros por perto, ele me disse que tinha saudades de nossas brincadeiras, que não tinha encontrado ninguém igual a mim e que queria fazer de novo... Eu fiquei fazendo charminho, não podia me entregar logo de cara, dizia que era coisa de nossa infância e que agora isso poderia ser algo sério se descobrissem.

Beto meio que sem jeito disse que teríamos que vigiar se o Cacá estava nos procurando por perto. A única maneira de saber era olhando pelo mesmo buraco que entramos então abaixei minha cabeça para poder ver, já sabendo que estava de quatro e deixaria minha bunda toda oferecida para ele.

Querendo ver no que ia dar, Beto me falava para olhar direito, e veio passar a mão em mim, começando pela parte de trás das coxas e subindo até a minha bunda, o que me deu um arrepio de tesão. Ele falava para eu vigiar, com que querendo me distrair, mas ele mal sabia que era isso mesmo o que eu mais queria.

De repente ele me agarra pela cintura e me encocha falando.

- Ah Marcos, não judia de mim não, tô te querendo tanto...

Saber que deixo um homem com desejo de mim é o que mais me dá tesão na vida, e ele estava doido para me possuir.

Eu sentia sua jeba roçando no meu rego. Ele sempre foi bem dotado, e sua rola dura foi o que faltava para eu me entregar. Comecei a rebolar que nem uma puta, me esfregando na pica dele.

- Mas Beto, e se alguém nos pegar...

- Antes de alguém nos ver e entrar aqui, já teremos colocado nossas roupas.

- Tá bom... Mas só se for rápido... Tentando ainda esconder que prefiro ser somente passivo, ainda perguntei: - Quem vai primeiro?

Ele lembrando que só fazíamos troca-troca disse: - Bom, eu vou primeiro, depois deixo você, mas não se esqueça que temos que ser rápidos, agora vem aqui, mostra essa bundinha gostosa pra mim...

Mais do que depressa me livrei do shorts e da cueca, o mesmo fez ele, e me coloquei de quatro, só esperando pelo pauzão do meu macho... Naquela época não fazíamos nenhum tipo de sexo oral, apenas ouvíamos falar que isso existia.

ele cuspia na mão e batia punheta para lubrificar seu mastro, e haja saliva para cobrir ele todo, um macho pauzudo de verdade! Em seguida ele cuspiu na mão e me disse:

- Vou passar cuspe no seu cuzinho, para entrar mais gostoso! estão ele enfiou um dedo no meu anelzinho fechado.

- Huuuum.... Não pude segurar o gemido de tesão ao sentir seu indicador entrando, mexendo, girando dentro de mim, delícia. Involuntariamente meu cuzinho piscou, apertando o dedo dele...

- Ai que delícia Marcos, você ainda aperta gostoso!

Na época que fazíamos troca-troca desenvolvi a habilidade de deixar ele doidinho com movimentos do reto e piscadas do cuzinho. Então ele tira o dedo, cospe de novo e coloca agora dois dedos...

- Ahhhh.... Mais uma vez dei um gemido de vadia, ainda bem que já tinha tirado minha cabeça do buraco, senão eu poderia ser ouvido e ter que cabar antes de receber meu tão desejado prêmio.

Os dois dedos agora entraram mais apertados. Ele sabia que para me comer gostoso tinha que primeiro lacear as pregas, para poder receber sua tora todinha dentro de mim. Na sequência veio o terceiro dedo, me fazendo engolir seco, sentindo eles girando dentro de mim, q maravilha...

- Vai logo Beto, senão não dá tempo da minha vez. (que mentira a minha... eu queria mesmo era sentir logo ele metendo em mim, rsrsrsrssss...)

Ele agarrou minha cintura e encostou a cabeça da rola, mas em local errado, um pouco abaixo de onde deveria, então eu estiquei a mão por baixo de mim, peguei no seu pau e direcionei a cabecinha na entrada do meu rabo. Nada mais passivo do que estar de quatro e ainda direcionar a rola de seu macho para o próprio cuzinho, delícia...

Senti suas mãos me prendendo e ele forçando a entrada. Quando a cabeça passou senti uma forte dor (falta de costume) e fui falando:

- Para Beto! Devagar, deixa eu me acostumar. Faz tempo que eu não faço isso...

- Quanto tempo faz?

- Você foi o último que me comeu...

- Verdade Marcos? Esse cuzinho estava me esperando?

- É sim Beto, toma cuidado, por favor.

- Eu queria mesmo ouvir isso, que esse cuzinho é só meu!

Beto foi empurrando o cacetão devagar e eu aguentando a dor, estava maior do que no ano passado, sabia que assim que me acostumasse a recompensa valeria a pena. Eu ia me sentindo preenchido, com as pregas estourando, mas resistindo enquanto ele falava:

- Calma minha putinha, tô indo devagar, tá quase tudo dentro...

Senti então o momento mágico onde os pentelhos tocaram minha bunda, adorei pois quando fazíamos antes ele quase não os tinha. Curti muito este contato, forcei um pouco a bunda pra trás para ter certeza que estava tudo dentro.

- Espera um pouco Beto, deixa eu me acostumar.

- Ok meu tesão, me avisa quando tenho que começar a te bombar gostoso, sei que você também gosta, não é?

- Só espera um pouco (sempre me fazendo de inocente, não respondi que adorava).

Ele sempre dava umas empinadas na pica, fazendo ela ficar mais grossa, relaxava e depois empinava de novo, e eu sentia ela forçando minhas paredes internas me dando mais tesão ainda. O Beto era mesmo um mestre em me comer.

Em pouco tempo comecei a esfregar com força minha bunda na virilha dele, para sentir mais os pentelhos, estava adorando esta novidade.

- Então minha gostosa já se acostumou, deixa agora com o papai aqui.

Senti aquela pica dos meus desejos saindo até a metade e depois forçando tudo pra dentro de novo. No começo devagar mas logo ele acelerou o ritmo de levando às nuvens. Estocava de maneira ritmada e impiedosa enquanto eu gemia de tesão mas tentando disfarçar, o que já era quase impossível.

O barulho da virilha dele batendo na minha bunda se misturava com meus suspiros e gemidos, e com ele falando sem parar:

- Ai Marcos, seu cú é bom demais. Quero ele sempre só pra mim, promete? Mude de volta pra cá vai, vem ser minha mulherzinha, prometo que vou te fazer muito feliz, vem sempre nos visitar, te quero sempre...

Eu adorava ouvir tudo isso, adorava saber que ele se sentia atraído por mim, que me queria muito.

De vez em quando ele parava, colado em com sua geba toda enterrada, para respirar um pouco. Então eu rebolava naquela rola coisa de louco, como uma putinha pedindo mais e mais...

Depois de mais de 10 minutos nessa fodeção a rola dele e meu cú estavam secos, fazendo com que o atrito queimasse minhas pregas. Apesar do tesão eu sentia um incômodo muito grande e pedia para ele cuspir mais. Ela tirava mais da metade, deixava a saliva escorrer na base do pau e no meu rego e voltava à carga, incansável, meu macho tesudo.

Isso aconteceu algumas vezes, com ele me comendo sem parar até que me disse que estava com a boca seca.

- Vem cá Marcos, vou tirar e você cospe nele.

Quando ele tirou meu cú se contraiu deixando uma sensação de vazio muito ruim, eu também queria mais. Cuspi na mão e fui punhetar aquela rola dos deuses, fiquei impressionado com o quanto ela havia crescido e mesmo assim eu aguentando ela todinha. Ele em seguida força minha cabeça em direção de seu mastro:

- Vai Marcos, chupa ela vai, assim deixa ela bem molhadinha.

Eu recusei pois tinha receio, não sabia o que isso poderia virar (trouxa eu na época rsrsrsss....). Depois de caprichar na punheta e na saliva, voltei à posição de quatro.

- Vai logo Beto, acaba logo para ser a minha vez (mentira de novo rssrsrsrsss...)

Dessa vez entrou tudo sem dor e de primeira. Aproveitei para massagear aquele pintão com o reto e comecei a piscar o cú contra a base dele.

- Hum Marcos, que delícia, você me deixa louco assim!

Ele foi bombando de forma animal, quanto mais eu piscava o cú, mais ele forçava, mais me dava tesão e pra ele mais ainda.

- Vai logo Beto, vai que está ficando seco de novo. A queimação me incomodava.

- Aguenta mais um pouco, aperta mais meu pau com seu cú que já vou gozar.

E assim eu fiz, apesar da dor ia piscado muito o cú abraçando aquela rola, e o Beto cada vez mais ofegante.

- Ai Marcos, que tesão você é, vou te encher de porra agora... UUUUUUHHHHhhhh,,,

Senti então meu reto sendo preenchido pela sua gala, foi um susto no começo. Sabia que os homens gozavam, mas conosco não tinha acontecido antes.

Foi uma sensação maravilhosa principalmente quando o gozo dele escorreu pelo pau até o meu cú, agindo como um bálsamo tirando toda a queimação, fazendo com que as estocadas finais fossem mais profundas e prazerosas.

- Meu, você gozou dentro de mim! (falei fazendo cara de zangado kkkkkk...)

- Tava muito gostoso, não consegui tirar. Foi a primeira vez que gozei de verdade, sem punheta.

Nisso ouvimos vozes lá fora:

- Marcos cadê você? Seus pais estão te procurando. Marcos Beto, podem sair, acabou a brincadeira.

- Putz... Meus pais chegaram.

- Então vamos nos vestir logo para não dar na cara.

- Mas eu queria te comer também Beto (mentiroso kkkkk...)

- Não vai dar tempo. Fica assim, da próxima vez você me como primeiro ok?

- Tá bom Beto, mas nem sabemos se vai ter próxima vez.

- Marcos, faz de tudo para vir aqui sempre, promete? Adorei brincar com você...

Nessa hora notei que eu estava todo gozado sem ter como me limpar, e sair na frente dos nossos amigos e dos meus pais. Sem pensar duas vezes me limpei com a cueca dele e a minha (era muita porra).

Colocamos os shorts e deixamos as cuecas por lá mesmo (será que algum pedreiro achou depois? rsrsrsrssss....).

Me despedi de todos da mesma forma para não levantar suspeitas. Alguns meses depois houve outra reviravolta na vida de meus pais e voltamos a morar no mesmo local, vizinhos do Beto, e muita coisa aconteceu com a gente.

Se gostaram votem e comentem, sei que o conto foi longo mas gostaria de escrever como foi meu primeiro boquete no Beto, como assumi ser só passivo para ele e o que aconteceu (situações e posições) dali em diante.



Autor: Camps
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FONTE - Conto Retirado da Internet.