Primeira Vez - Vida de Viadinho I

Olá! Meu nome é Gabriel e eu acabei de fazer 18 anos. Esse é meu primeiro conto aqui. Espero que goste do personagem, ele passa por situações parecidas com as que eu mesmo vivi. Beijos e boa história!
Tudo começou bem em mais um dia comum. Eu acordei e, após tomar café da manhã com minha mãe e meu irmão mais velho, fui brincar com os garotos da vila. Sempre implicaram comigo pelo meu jeito e normalmente preferem brincar mais com meu irmão que é 5 anos mais velho que eu. Então, como em muitos dias, eu brinquei sozinho de empinar pipa. Estou tentando colocar minha pipa no alto sozinho quando meu vizinho Matheus me chama.
— Eae, Luquinhas!? tá fazendo o que? - Matheus sai de sua casa, que é a primeira da vila, vestindo apenas uma bermuda preta de jogar futebol. Ele era branquinho, fortinho de uns 1,75 e sempre estava sem camisa mostrando o tanquinho dele. Estava começando a reparar nos garotos e me pergunto se ele está usando cueca.
— Oi, Matheus. Eu to tentando subir essa pipa mas não tem ninguem pra segurar pra mim. - Falo meio triste por estar cansado de ficar sozinho.
— E cadê o seu irmão?
— Eu não sei. Acho que ele tá na casa de algum amigo dele. - Nessa epoca ainda não sabia o que os garotos da vila gostavam de fazer. Matheus fica me avaliando por um tempo. Sou moreninho claro, bumbum empinadinho, magro, lisinho e visto um shortinho acima do joelho que parece um tanto pequeno em mim e uma regatinha com uma cueca branca. Ele mexe no pau e percebo que não está usando nada por baixo, pq ele segura e balança o pau na bermuda fina.
— Tá calor demais, po. Se não tem ninguem ai vem cá pro meu quarto jogar. Meus pais não estão em casa, sei que você é meio timido. Fico olhando pra como Matheus está suadinho e o seu peitoral malhadinho brilha enquanto ele mexe a mão na bermuda. Acho ele lindo e sinto um calorzinho diferente no corpo. Ele é 7 anos mais velho que eu e já é quase maior de idade.
— Eu não sei. Eu acho que é melh...
— Qual é Luquinhas? Tá com medo de mim? - Ele chega perto de mim e tira a pipa da minhas mãos.
— Não, é que eu... - ele envolve os braços próximo à minha cintura de forma que faz um meu corpo inteiro ficar arrepiado e me guia até a casa dele cortando a minha fala. Assim quando entramos na casa ele solta minha cintura e passa a mão de leve no meu bumbum ao retirá-la da minha cintura. Ele manda eu ficar a vontade e eu só consigo olhar pra ele e como acho ele bonito. Estava começando a descobrir como era achar um garoto gostoso e ficar com fogo. Fui seguindo ele até o quarto dele. Lá ele sentou de pernas abertas numa cadeira que ficava virado pra TV com o video game dele. Senti de novo aquele calorzinho e um incomodo no cuzinho.
— Pode sentar ai na cama po.
— Os seus pais não ligam de eu vim aqui sem eles, Matheus?
— Ligam nada. E não vão saber se você não contar. - Ele dá um sorrisinho safado pra mim.
— Eu não vou contar. - sorrio timido de volta e isso se torna nosso segredo.
— Curte video game, Luquinhas? Sabe jogar FIFA?
— Eu nunca joguei. Fico vendo meu irmão jogar as vezes quando os amigos dele não estão perto e eu posso ver. - Os amigos do meu irmão sempre me zoavam pelo meu jeitinho e faziam piadinhas, então meu irmão não gostava que eu ficasse por perto quando ele estava com eles.
— De boa. Eu vou jogar a primeira e vc fica de olho em quais butões eu vou apertar.
— Tá bom. - fiquei observando o movimento das mãos dele, mas estava muito próximo da bermuda dele e eu não conseguia parar de olhar para o volume que fazia. Fiquei olhando imaginando como seria até que ele me chama atenção.
— O que tu tá olhando hein, Luquinhas? - Ele segura o controle com uma mão ja que ja ganhou a partida e dá uma apertada no pau com a outra.
— Nada... Nada, não.
— Hmm. Beleza, então. Tá na sua vez mas só tem uma cadeira e a cama é distante da TV.
— Tá bom. Eu sento no tape..
— Que isso, Luquinhas? Acha que vou te deixar no chão po? Senta no meu colo. Bom que eu vou te mostrando quais butões apertar. Fico paralisado sem saber o que faria. Não consigo dizer que não e vou sentar no colo de Matheus, que abre os braços e meio que me abraça me dando o controle. Assim quando sento no colo dele, sinto o volume que estava vendo ha alguns minutos agora no meu bumbum. Fico desconfortavel em me ajeitar no colo dele. começo a jogar com Matheus as vezes mexendo no controle e chegando a boca por tras da minha orelha pra falar o que devo fazer. Começo a ficar doidinho com aquela proximidade e sinto um incomodo no cuzinho. O que me faz mexer no colo dele e encaixar mais no volume dele que começou a ficar duro e a forçar a bermuda dele e meu shortinho.
— É legal né? Nem é tão dificil. - Ele fala no meu ouvido passando o braço na minha barriga e apertando meu corpo contra o dele e eu respondo quase sem ar pela proximidade.
— Aham... Ele tira o controle da minhas mãos e beija meu pescoço fazendo eu ficar td arrepiado e empinar um pouco o bumbum sem perceber. Matheus da uma mordidinha na minha orelha e pergunta.
— Alguem ja fez isso em você?
— Nunca - respondo sem muito ar por estar sem reação.
— Tá gostando assim? - Matheus segura a minha cintura e começa a esfregar o pau muito duro no meu bumbum pelo short e faz como se estivesse empurrando o pau em mim. Nessa hora me sinto fraquinho e entregue a ele. Meu cuzinho começa a piscar e pela primeira vez pede por pika.
— Sim. Ele me levanta do colo dele e abaixa a bermuda a deixando cair no chão e revelando o pau dele que devia ter uns 18 cm e era bem grosso. Ele mexe a cintura de um lado pro outro balançando o pauzão dele pra mim.
— Chupa vai, Luquinhas. Sei que você curte rola. Eu fico calado e obedeço querendo saber como é o gosto de um pau. Chego perto do pau dele e ajoelho como ele manda pra ficar com o rosto bem próximo da pica dele que exibe umas veias verdes na pele branca fina e de cabeça rosa brilhosa. Eu abro a boca e abocanho a pica dele meio sem jeito sugando a cabeça.
— AAAH CARALHO! Isso! Usa a lingua pra chupar. Eu seguro o pau dele pra tentar fazer melhor como ele pede e lambo a cabeça chupando e deixando bem babadinha. Começo a chupar com muita vontade e ele fica louco de tesão gemendo e alisando meu rosto. Em um momento eu fecho os olhos sentindo como é gostoso chupar uma pika. Sem eu ver, ele segura minha cabeça com as duas mão e soca o pau na minha boca me fazendo engasgar.
— NOSSAAA, LUQUINHA QUE BOCA GOSTOSA! Eu lacrimejo e fico sem ar babando a pika dele com as cinco socadas que ele dá na minha boca que nem aguenta metade do tamanho. Então eu sinto um gostinho salgadinho gostoso na minha boquinha e percebo que ta saindo do pau dele quando ele tira e a cabeça tem uma babinha espessa. Eu recupero o ar e limpo a boca que escorria baba pelo canto.
— Você tem uma boca tão gostosa, Luquinhas. Quero comer seu cuzinho virgem. Mesmo sendo a primeira vez que aconteceria eu ja sentia que ia acontecer.
— Mas dói, Matheus?
— Dói nada. Vou fazer devagarinho, prometo. Vai. Tira a roupa Luquinhas. Tô cheio de tesão. Eu tiro minha regata e ele observa quando abaixo meu shortinho e fico só com minha cueca branca meio enfiada no cuzinho. Que nesse momento já estava faminto por pika e piscando. Ele começa a me beijar como se eu fosse namoradinha dele e aperta minha bunda me virando e empurrando na cama de bumbum empinado pra cima. Tira minha cueca e abre meu cuzinho passando o dedo e de fazendo me tremer todinho.
— Vou tirar o cabaço desse cuzinho apertadinho. Você vai ser meu viadinho agora. - ele dá um tapa no meu bumbum fazendo eu gemer e mostrando que agora tenho um macho. - Fica de quatro, Luquinhas. Eu fico de quatro empinadinho e olho pra tras na cama. Ele pegou um tubinho, que eu saberia depois que era lubrificante, e melou o pau com o gel. Depois colocou no meu cuzinho e começou a enfiar o dedo me preparando pra entrar na pika dele.
— AAAHNN AAHNNN - eu gemia cheio de tesão no cuzinho querendo que ele continuasse me dedando. Até que ele tira o dedo e segura minha cintura olho pra tras e ele usa a outra mão pra passar o pau no meu cuzinho. Começo a rebolar e gemo piscando o cuzinho que nem uma cadelinha no cio pedindo o pau dele.
— Sente meu pau entrando no seu cuzinho. - ele começa a forçar entrada no meu cuzinho.
— AAAA AAAINNNNN - o pau dele começa a escorregar no meu cuzinho que quando pisca se abre pra ele. Mas apesar de ser gostoso e ter bastante gel, entra rasgando meu cuzinho virgem.
— AAAAAAAAA AAAHHHHHHHH dóiiiiii
— Calma. Que tesão nesse cuzinho apertado AAAAAh. Ele começa a socar pika em mim e eu gemo sem parar com o corpo indo pra frente e pra tras segurando na cama dele. Ele soca cheio de tesão e o meu cuzinho começa a gostar das socadas apesar de não aguentar tanto o pau dele. Toda vez que batia no fundo do meu cuzinho e tentava passar da metade do pau dele dentro de mim, eu gemia de dor no cuzinho.
— AAAHNNNN AAAAAAA AAAAI Ele continua socando sem empurrar mais fundo e começa a tremer o corpo quando o pau dele incha no meu cuzinho e em cinco segundos sinto meu cuzinho transbordando de porra pela primeira vez.
— PORRAAAAAA. QUE DELICIA DE CUZINHO! Matheus tira a pika do meu cuzinho e eu sinto escorrendo pelas minhas pernas um pouco do leite dele. Meu cuzinho ficar vermelho meio aberto piscando tentando voltar ao normal. Ele deita virado de barriga pra cima e eu fico de ladinho fraco na cama dele vendo o pau dele que amolece. Depois de um tempo ele dorme e eu fico la deitado com o cuzinho ardendo e melado pensando no que aconteceu e gostando de ter feito apesar da dor.
Vejo que está escurecendo e ponho minha cueca e minha roupa de volta pra ir pra minha casa. Quando saio da casa dele tento não mancar já que saio com as pernas ainda um pouco bambas. Vou cansado pra casa e tomo banho. No banho vou lavar o cuzinho e meu dedo entra facil dentro por estar abertinho. Como ainda são ainda não são 19 hrs para minha mãe chega e meu irmão ainda está fora, eu tiro minha cueca suja e vejo que está melada atras então lavo pra ninguem saber e depois deito com uma cuequinha limpa de bumbum pra cima. Espero que o Matheus me queira mas vezes porque, apesar da dor, viciei em dar o cuzinho e sinto que preciso de mais pika.
Espero que tenham gostado e se gostou e quiser falar comigo é só me chamar no meu skype e dizer que leu o conto.
Respondo a todos e vou adorar saber o que acham e como posso melhorar.
Beijinhos!


Autor:Gab
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FONTE - Conto enviado pelo internauta.