Mestre Caio - Parte 01
09/05/2026

Capítulo 01 – A proposta
Há exatos 4 meses e 14 dias, um garoto chamado Rafael iniciou uma jornada fetichista. Ele que sempre se fantasiou sendo submisso a um outro homem, finalmente teve a oportunidade de realizar seu desejo. Até então, limitava seus impulsos submissos; às vezes se excitava com uma frase ou outra dos companheiros de antes durante o sexo; ou uma pegada mais forte o deixava sedento por servir um macho, porém não havia de fato se prostado como um submisso. Hoje, porém, se revela um servo dedicado à seu Mestre Caio, e se esforça para demonstrar a inferioridade perante seu dono.
Caio e Rafael eram da mesma idade. O mestre alguns meses mais velho. Se conheceram no estágio, ainda durante a faculdade.
Caio mandava e o escravo obedecia! Já entendia às regras a ele impostas, e alegre às seguia. Venerar seu Mestre se tornou sua zona de conforto; seu local seguro. Onde pode ser o submisso que tanto quis ser, ainda mais perante a virilidade inebriante que seu superior exala. Tem vezes que se sente entorpecido de tesão; é a vantagem de 4 meses usando o cinto de castidade. Aceitou para si como uma verdade irremediável que seu papel é servir, apenas.
Caio mandou seu escravo escrever um diário de relatos; que agora leria pela primeira vez. Estava sentado com as pernas abertas na poltrona, apenas de cueca; que marcava o volume do seu pau macio e moreno. Rafael de joelhos no meio de suas pernas, o venerava com a testa no chão; adorava venerar seu dono. Caio havia o ordenado que escrevesse e expusesse seus sentimentos mais pessoais. Sem vergonha.
O servo - acatando a todas as ordens como se o pudesse desta forma acalmar o enorme tesão que sentia, fruto do servo casto que se tornou - fez como seu dono mandou, relatou em vias holísticas sua jornada; e mais ainda, seus sentimentos.
O Mestre começou a ler em voz alta o excessivamente dramático relato escrito por seu servo:
Início do diário:
"Meu Mestre Caio
Esta é a história de como aceitei minha inferioridade perante um Homem de verdade; quando um amigo muito próximo meu, pelo qual sempre tive muito apreço, escolheu finalizar por completo os nossos laços de amizade; e assim construir um laço que realmente traduzisse o nosso relacionamento. Não me caberia ser amigo, pois amigos são equivalentes entre si; me resta me despojar do meu ego, e me por aos pés daquele que é meu superior. Me aceitei servo, ele me mostrou o quanto pode ser incrível presenciar sua grandeza.
[...] No dia 14 de março, me lembro bem, foi à última vez que Caio e eu transamos antes de me tornar seu servo. Deitado na cama, seu pau já quase amolecido do pós gozo, eu o beijava suavemente as bolas; meu abdome ainda coberto por seu sêmen.
- Queria te propor, de a gente tentar umas coisas diferentes? – Caio me falou e riu irônico. Dava para ver que era algo que ele tinha ensaiado para falar; não tanto, mas com certeza tinha pensado uma ou duas vezes antes. Mas não me parecia que ele tinha medo do que eu fosse achar de sua proposta. Percebi já em uma das primeiras vezes que transamos que ele ia me dominando aos poucos. E claro, assim que ele gozava; fosse na minha bunda, no abdome, ou na minha boca; ou o lugar que desse na telha; ele me beijada ofegante do pós gozo; se jogava para o lado; deitado, e a pergunta era praxe: “Curtiu?”. Eu ainda feito um boneco de pano – respondia “Adorei”; ou “muito”; uma vez dei uma risadinha e disse, “seu pau é gostoso demais; você é todo gostoso” ele riu, mas não deixou a pose de superior de lado, me respondeu “já viciou na minha piroka né? Haha. Ela tem esse efeito sobre as pessoas!”
Já fazem uns 2 meses que estamos transando, tudo começou quando a gente deu um beijo escondido no banheiro do bar. O pessoal que estava com a gente no dia não faz ideia. Quando estávamos indo embora ele me perguntou se eu podia o levar em casa. No caminho me perguntou se tinha alguém na minha casa. Juro que nesse momento eu gelei, não de medo dele, mas porque naquele dia meu primo e sua esposa tinham vindo de outra cidade e se hospedaram no meu apartamento; e só iriam embora no outro dia. Pensei que ia perder a oportunidade de beijar ele mais uma vez. Pensei em beijar porque não imaginei que ele fosse querer transar, e se quisesse eu ainda não sabia o que ele gostava. Imagina se ele quisesse que eu o comesse, não sei se eu daria conta. Nisso, acabei sendo pego de surpresa quando ele baixou os ombros em frustração com a minha resposta e disse: “Putz, pensei que ia ganhar uma mamada hoje.” Porém também tive que admitir minha tolice a mim mesmo, claro que ele é ativo. E claro, logo em seguida foi quando o mamei pela primeira vez. No carro, eu me inclinei e já me hipnotizei no sabor do seu mastro. Chupa-lo era tão bom que me lembro que nesta primeira vez foi como um piscar de olhos; ainda estava caindo a ficha que aquilo estava acontecendo e já senti o gosto salgado do seu gozo farto e viscoso encher minha boca. Engoli tudo quase no automático.
A essa altura ele já me mostrou o quanto ele é macho muitas vezes, desde o boquete que fiz naquele dia já se passaram 2 meses. Não acho que ele tenha pensado muito sobre. Ele que sempre dava a iniciativa; estava sempre lá em casa. Vinha por trás pressionando a mala na minha bunda; ou um beijo no pescoço; muitas vezes ele só vinha e começava a me beijar. Mas não transavamos tanto, mesmo que ele fosse lá em casa sempre. Então, quando ele começava a iniciar o ato eu fazia questão de tentar fazer tudo do jeito que ele gosta; quando colocava a mão na minha nuca eu já sabia que era para eu mamar. Analisando hoje, eu entendo que aquilo já era ele dando ordens, só que ainda não usava palavras, só gestos. Fica ainda mais claro com o fato de que em nenhuma vez eu gozei, por mais duro que eu ficasse, ele sempre metia com uma virilidade tão viciante que massacrava qualquer altivez que exista que pudesse me obrigar a querer gozar, sumia completamente. Eu nem sequer encostava no meu pênis, mas ele ficava feito pedra quase todo o tempo que ele estava pelado perto de mim, só de ver o pau dele; que medi uma vez, tem 19cm. Um pau moreno e grosso. Não sei dizer se é pelo tamanho, mas o pau dele era sempre muito macio, mesmo quando ele estava duro. Ele nunca fez nenhum tipo de gesto no sentido de fazer algo no meu pau. Mas não acho que seja só um fetiche dele em me dominar. Isso porque é bem óbvio que ele me come da mesma forma que comeria uma puta, e tenho certeza que ele acredita que quanto mais “menina” ele me fizer, mais ficarei satisfeito.
Já éramos amigos a uns anos; depois, por um tempo, uma espécie de amizade colorida. Às vezes ele vinha sem avisar, me comia e ia embora. Outras dormia lá em casa, mais não ficava mais de um dia.
Dois meses assim, ele me veio com a proposta:
- Você quer ser meu submisso? – Nessa altura já tínhamos mais intimidade, eu já estava mais tranquilo para falar com ele sobre sexo. Não que ficasse me abrindo para ele sempre, porém não tinha medo de responder quando ele perguntava.
- Pensei que eu já fosse! - respondi em tom de brincadeira.
- HAHA. To falando sério, se não curtir não tem problema, mas eu suspeito que você ia gosta!
- O que eu teria de fazer? – perguntei animado, sempre sou submisso na verdade. Porém, a possibilidade de se tornar em algo real, em que eu pudesse abertamente servir, me despertou um tesão absurdo. A submissão sempre foi a minha maior fonte de tesão.
- Ué, depende, vou te explicar. Vou te falar o que gosto; o que me deixa com tesão. Posso falar? Mas não é para rir nem ficar ofendido; ou achar estranho!
- fala... não vou achar estranho.
- Eu sou seu Alpha! Falo que sou já, porque é como eu vejo desde que a gente beijou no banheiro. Mas eu queria que você assumisse para mim que você é meu Beta; aí você vira de vez meu submisso. Vira sua obrigação me obedecer. Me agradar tem que ser seu principal objetivo enquanto estiver me servindo. Isso vale para qualquer momento, o seu papel seria me fazer sentir superior. Para dar certo o sub tem que se inferiorizar, ou seja, não é que eu preciso ser superior a todas as pessoas, mas eu tenho que ter a certeza que sou superior a você. Na real é uma coisa natural, eu fiquei pensando esses dias, você já comeu alguém na vida?
- Mais ou menos. – Eu respondi, por alguma razão, louco para contar para ele a história mais constrangedora da minha vida sexual.
- Como assim, ‘mais ou menos’, broxou? Haha.
- Eu dava para um caro uma época, ele sempre era ativo. Um dia ele propôs que eu o comesse. Eu aceitei já nervoso, foi quando ele ajoelhou e começou a me pagar um boquete, foi a única vez que fui chupado na vida. Ele me chupou um pouco, tentava me concentrar em ficar duro, porém o nervosismo me impedia. Ele ficou chupando um pouco, mas não adiantava. Aí ele falou para eu mamar ele, enquanto eu mamava meu pau ficou duro de novo, nisso ele passou lubrificante e ficou de quatro na cama falando para eu meter nele. Esse cara era super educado, mas nesse dia acho que ele estava com vontade dar e acabou ficando frustrado. Quando eu terminei de bota meu pau ele falou por impulso “já foi tudo?”; ele falou bem baixo. Enfim, não deu nada, foram no máximo umas 4 ou 5 estocadas e eu amoleci.
- Hahaha. O cara deve ter ficado puto, o que ele fez.
- Eu pedi desculpa super constrangido para ele. Ele falou que não tinha problema, mas ele nem me comeu mais, bateu uma punheta e gozou na minha cara. Vestiu a roupa e foi embora. Nunca mais eu vi ele. E eu não tive coragem de mandar mensagem para ele.
- Haha. Ta vendo, isso é porque você é Beta. Eu nunca vou pedir para você me comer, com isso não precisa preocupar. Mas aí também tem uma coisa, você não ia poder bater punheta. Beta não goza, pelo menos não batendo punheta. E ainda tem que treinar para ficar de joelho por períodos longos de tempo. Mas relaxa que isso eu vou te treinando aos poucos. Vou te treinar direitinho, mas você tem se dedicar. E ainda uma outra coisa muito importante, uma das suas principais funções vai ser esfriar meu sadismo. Aguenta?
- Depende, no caso você ia me bater?
- Vou te dar várias surras, no começo pego leve. Submisso tem que aprender que pode apanhar forte a qualquer momento. Mas não é castigo, pelo contrário. Sua mentalidade deve ser que o castigo seria não apanhar. A surra é um privilégio. Já é na verdade. Você tem sorte que eu gosto de te foder. E também que você mama bem. Por isso se aceitar tem que me chamar de Senhor ou Mestre; eu aceito Meu Dono também, mas prefiro os outros dois. Eu sei do corpo que tenho, sem modéstia, tenho zero dificuldade em achar alguém para foder. Ainda mais que sou bissexual. Relaxa que não precisa ter necessariamente essa mentalidade no começo, eu vou fazer você entender o seu lugar com o tempo! O que acha? Topa? Não precisa responder agora, pode me responder até amanhã de noite. Vou te esperar no meu apartamento 19 horas, aí você já chega na posição de submisso e se ajoelha para mim no momento que entrar. Se não aparecer até umas 19h30min eu vou entender que você não aceitou. Pensa bem.
[continua]


Autor: Raphael Bernardo
E-mail - Não Divulgado
FONTE - Conto Enviado pelo Internauta.